segunda-feira, 20 de abril de 2009

Os 12 empreendedores que estão fazendo a Web 2.0 brasileira


Pelo modelo brasileiro de empreender online seguindo os passos de serviços de sucesso dos Estados Unidos, o Via6 é campeão unânime no quesito inspiração internacional.

“Muita gente nos comparava com Orkut, LinkedIn e, agora, com Facebook. Assumimos que acompanhamos tudo e sempre usamos recursos que se destacam lá fora”, admite Diego Monteiro, fundador e diretor-executivo da rede social.

Nascido como uma rede profissional nos moldas do LinkedIn, o Via6 emplacou seu serviço de categorização de notícias Rec6 como o clone do Digg mais popular no Brasil e, frente à recente popularização do Facebook, se inspirou na rede de Mark Zuckerberg.

A premissa básica do Via6 usar a colaboração da chamada Web 2.0 para que “pessoas fizessem algo útil”, diz Monteiro, se apressando em dizer que não tem nada contra serviços supostamente de diversão, como YouTube e Orkut.

A postura útil da Via6 está no foco em relacionamento profissional entre seus cadastrados, seja por conteúdo próprio publicado por um usuário ou por material de outros serviços, como vídeos e apresentações corporativas, integrados ao Via6.

Conflitantemente à postura do Via6, Monteiro afirma que teve a idéia de montar a rede social pela frustração de trabalhar em uma empresa cujo ambiente não tinha tanta inovação.

Juntou-se ao amigo de infância Renato Shirakashi no final de 2004 para começar a bolar o Via6 com a consultoria de Marcelo Ballona, um dos investidores e posteriormente sócio do Submarino, algo determinante para a escolha da web.

“Se o Ballona trabalhasse com varejo, pensaria em montar algo no varejo”, recorda. Assim como a Estante Virtual, Diego e Renato se beneficiaram de investimentos dos pais e poupanças próprias para custear o desenvolvimento.

Inspirado ou não em serviços internacionais, o Via6 carrega um mérito inegável: é a comunidade profissional de maior base de usuários no Brasil, com 195 mil usuários e ritmo de crescimento que acrescentou 100 mil cadastrados nos últimos quatro meses. Destes, apenas 6 mil estão inscritos no Rec6.

O crescimento tem relação direta com o investimento de capital de risco não divulgado recebido pela Via6 em março da consultoria Confrapar. Na época, Monteiro afirmou que 95% da verba seria usada para sofisticar a rede social.

“O investimento mudou nossa capacidade de movimentação. Temos equipe de marketing e nossa produtividade aumentou, já que também existem investidores exigindo aumento de metas”, afirma.

É para aplacar as exigências destes investidores que o serviço planeja para novembro a estréia de um novo modelo de publicidade que usa banners segmentados para encontrar um modelo comercial para o Via6.

Com relatórios detalhados de visualização, Monteiro espera atrair anunciantes e agências para o Via6, que, segundo suas metas, conseguirá se sustentar sob suas próprias pernas até julho de 2008.

“Quando tivermos massa crítica, entre 800 mil e um milhão de usuários, podemos fazer uma versão bilíngüe”, projeta em médio prazo, enquanto o Orkut acumula 24 milhões de brasileiros e o MySpace, 110 milhões em todo o mundo.

Fonte: www.uol.com.br

Google facilita uso de telas sensíveis ao toque para deficientes visuais


São Francisco - Sistema torna qualquer lugar na tela sensível ao toque em número 5, facilitando a orientação de usuários no teclado virtual.

Acessibilidade é um problema para o iPhone e para os demais aparelhos touchscreen. Uma vez que eles não possuem controles físicos, é praticamente impossível para alguém com deficiência visual usar tais smartphones.

Engenheiros do Google apresentaram nesta sexta-feira (03/04) um modo inteligente de lidar com esse problema. O sistema funciona imitando o teclado de telefone tradicional, com o número 5 no meio e as demais teclas em volta.

Qualquer lugar da tela que o usuário clicar se torna a tecla número 5. Assim, basta deslizar o dedo para a esquerda para clicar no 4, para a direita o número 6, da mesma forma com que deficientes visuais se orientam para discar em telefones comuns.

Sendo uma tecnologia desenvolvida pelo Google, não se sabe se a Apple poderá aproveitá-la para seu aparelho. Mas o conceito de fazer o usuário controlar a interface baseado em onde ele toca pode trazer inovações na área.

O Google está dedicando bastante tempo em descobrir como fazer interfaces touchscreen funcionarem bem para usuários com deficiência visual.

A companhia já publicou seu projeto Eyes-Free, dedicado a outras ideias para essa público. O projeto é todo baseado no sistema operacional Android.

Dan Moren, editor da Macworld, dos EUA

A Surpreendente Susan Boyle


Susan Boyle é uma inglesa tímida de 47 anos, nem um pouco bonita, solitária (vive com o seu gato Peppers) e que nunca foi beijada.
Achou que sabia cantar, criou coragem se inscreveu para participar do "Britain's got talent", um programa estilo "Ídolos", da TV inglesa. A canção escolhida foi "I dreamed a dream", do musical "Les miserables".

Antes de começar a interpretar "I dreamed a dream" no palco, Susan Boyle se vê obrigada a responder algumas perguntas de Simon Cowell, um dos jurados e conhecido por maltratar aspirantes a celebridade no programa "American Idol".

A cada resposta que dava a Simon, ao falar um pouco de si e dos seus sonhos, mais certeza o público ficava de que estavam diante de um grande mico, e muitos risadas iriam soltar.

Susan então finalmente começa a cantar e ao término de sua apresentação ninguém de um único riso.

Mais antigo e não menos surpreendente: Paul Pots, um vendedor de celular, apresenta-se no “Britan’s got talent” , cantando a música Nessum Dorma.


Lições do dia: Nunca menospreze alguém! Nunca julgue alguém pela aparência!

Fonte: www.sedentario.org / www.dormiu.com.br

Aranha Mecânica Gigante


Aranha mecânica gigante desfila em Yokohama - Japão.

Aranha de 37 toneladas e 12 metros de altura faz parte das comemorações dos 150 anos da inauguração do Porto de Yokohama



A aranha, apelidada de A Princesa, tem 37 toneladas e alcança 12 metros de altura, quando suas patas estão erguidas. A atração faz parte dos eventos em comemoração ao aniversário de 150 anos de abertura do Porto de Yokohama, responsável pelo abastecimento de Tóquio.




domingo, 19 de abril de 2009

Destrua a Amazônia sem sair de casa...


Por João Meirelles Filho *, do Instituto Peabiru.

Claro que é culpa da inoperância dos órgãos públicos, que não conseguem controlar desmatamentos, queimadas, e nem a lenha que garante o seu pãozinho de cada dia nas padarias da região e de boa parte do Brasil. Será que a culpa é só daqueles a quem você emprestou seu voto e sua confiança, daqueles a quem você passou procuração para decidir, em seu nome, o que você consome nos supermercados? Ou será este um problema da Nação a que você e eu pertencemos, ou fingimos pertencer.

Como você se sente diante do circo anual quando os chefes da Nação esbravejam ao ver as taxas de desmatamento fora de controle e soltam decretos a torto e a direito, esperando que sejam cumpridos? Você acha que seus chefes realmente levam a sério este assunto? O que eles pensam quando servem seu George (o Bush) um churrasco para na Granja do Torto?

Até quando você vai acreditar nesta novela? Nesta conversa de que medir desmatamento e queimadas serve para alguma coisa? Só serve para dizer o que você já sabe muito bem: a coisa vai muito mal, cada vez pior. Afinal, medir desmatamento e queimada é medir conseqüência e não causa. É como medir a febre do doente; certificar-se de que ele tem mesmo febre e, ir dormir, ir fazer churrasco, nada fazer, esperando, que, se tudo der certo, um dia, o doente, se sobreviver, irá melhorar.

É assim que age o governo que você elegeu, porque, você, cidadão brasileiro não liga a mínima para as causas que provocam desmatamento e queimada. Ou melhor, não está muito interessado em saber que quem causa a destruição da Amazônia é você mesmo, ao comer o seu bifinho de cada dia, o seu churrasquinho de fim de semana, o seu pãozinho de cada dia.

O que efetivamente causa desmatamento? Na Amazônia a resposta é muito clara: a pecuária bovina extensiva, que responde por mais de 3/4 do estrago, e bem depois, muito depois, vem as outras causas, a soja (que cresce rapidamente), a retirada de madeira (que financia as novas derrubadas e pastagens), e muitas outras que, claro, juntas, são terrivelmente devastadoras. Aliás, esta é a história do Brasil. A história da pata do boi. Assim, seus tataravôs engoliram a Mata Atlântica e a Caatinga, e seus pais e você devoram o Cerrado e a Amazônia.

Só se cria boi porque há consumidor de carne. O pecuarista só existe porque ganha mais dinheiro com o boi. Se outra coisa (legal) fosse mais lucrativa, mudaria de ramo. E o pecuarista só cria boi porque há cada vez mais consumidor querendo comer carne, carne barata.

Quem consome a carne da Amazônia é tanto quem mora na região (menos de 10% da produção), como os brasileiros das outras regiões (mais de 80%). A participação das exportações ainda é pequena, inferior a 10%, mesmo se considerar os 600 mil bois vivos que despachamos, sem pagar impostos, para a desabastecida Venezuela e o violento Líbano em guerra.

Hoje, na Amazônia, é possível produzir carne muito barata porque o alto preço social e ambiental não é considerado. O pecuarista raciocina: por que se preocupar em conservar as matas, as águas, as populações tradicionais e as milenares culturas? Por que seguir a lei trabalhista, pagar impostos, legalizar as terras, se não há fiscalização?

O Brasil decidiu (e você participa desta decisão como eleitor e consumidor) transferir 1/3 de seu rebanho para a Amazônia. Na década de 1.960 eram 1 milhão de bois na região, hoje, menos de meio século depois, são 75 milhões. Mais que em toda a Europa! Há muita gente envolvida, não são apenas aqueles 21 mil médios e grandes pecuaristas (com propriedades acima de 500 hectares). Há também 400 mil pequenos pecuaristas, em sua maior parte economicamente inviáveis. Resultado: em menos de 40 anos, somente com a pecuária, destruímos mais de 70 milhões de hectares do mais complexo e desconhecido conjunto de florestas tropicais do Planeta. É pouco, você dirá, menos de 20% da região, ou, se preferir, meros 8% do território do Brasil.

No entanto, esta superfície é superior à soma das áreas do estado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro somados. Destruídos. Para que? Para você comer picanha, picadinho e croquete mais baratos. Será que alguém realmente se beneficiou com isto? Será que os filhos dos pecuaristas realmente terão uma vida melhor porque estão na Amazônia desmatada? Dificilmente. A pecuária não consegue garantir nem a rentabilidade de uma aplicação trivial em um banco, como a poupança ou um CDB. É o pior negócio que existe, só sobrevive porque é ilegal.

De cada três bifinhos que você come, um vem da Amazônia. Você não pergunta para o seu Zé açougueiro nem para o seu Diniz do Pão de Açúcar ou para o presidente do Carrefour, ou para outro dono de supermercado de onde vem a carne. Você também não pergunta de onde vem a soja, o arroz, e tantos outros produtos. Enfim, como consumidor você sabe muito pouco sobre o que você consome, qual o seu impacto no planeta, quantos quilos de carbono, de água, de suor foram gastos para produzir o seu luxo do momento. Seu fornecedor também não se interessa por educá-lo, informá-lo, orientá-lo. Para ele responsabilidade social é comprar meia dúzia de cestinhas e docinhos de comunidades “em alto risco social” e ganhar comenda e prêmio de associações empresariais.

E se você efetivamente perguntasse ao dono do estabelecimento? E se você fosse às últimas conseqüências, abandonasse o produto na prateleira? E se, de agora em diante, você fosse 100% coerente em relação a sua responsabilidade como cidadão, cidadão comedor das Amazônias? Das Matas Atlânticas? Você deixaria de comprar a carne que vem com gosto de Amazônia queimada, devastada e escravizada? A carne que saiu do norte de Mato Grosso, do sul do Pará, do Marajó, do centro de Rondônia, do sul do Acre e do Amazonas? Você deixaria de comer a Amazônia? Você seria capaz de abandonar seu antigo fornecedor de alimentos se ele não levasse a sério a sua pergunta: de onde vem esta carne? Ou melhor, esta carne vem da Amazônia?

Se sua resposta é: tanto faz, então sugiro que desligue a televisão, vá curtir o seu quente verão de aquecimento global e tome tudo isto como conversa para boi dormir. Se, entretanto, achar que vale a pena seguir adiante, então, tome uma atitude. Pilote com mais atenção o seu carrinho de compras. A cada passo que você dá no supermercado, é você quem decide o futuro do planeta (e não o dono do reluzente estabelecimento, ou o diretor de marketing da empresa, ou o gênio da agência de propaganda que ainda insiste em usar crianças ou em desrespeitar as mulheres para vender mais).

Se você quer entregar algo da Amazônia a você mesmo, ou a seus descendentes, deixe este olhar bovino de lado, abandone seu comportamento de consumidor passivo. O mundo todo já percebeu que o Brasil está transformando a Amazônia em um imenso curral. É isto que você quer? Você acha que o mundo vai mesmo ficar de braços cruzados vendo o Brasil fazer churrasquinho da Amazônia? Pois então, vamos agir, enquanto é tempo, antes que sejamos obrigados, envergonhados, a sofrer sanções internacionais hoje inimagináveis. Vamos enviar o boi de volta para o zoológico e para o presépio, de onde jamais deveria ter saído.

* João Meirelles Filho é autor do Livro de Ouro da Amazônia (3a edição, Ediouro, Rio de Janeiro 2.004)

Crédito de imagem: JS Nature fotos

Leia tudo o que a imprensa publica sobre a Amazônia no blog Amazônia na Mídia: http://amazonianamidia.blogspot.com

Fonte: Envolverde Revista Digital (http

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Russo tinha árvore crescendo no pulmão !!!


Um russo de 28 anos foi ao médico por ter dores persistentes no peito e sangrar quando tossia. Os médicos descobriram-lhe uma árvore de cinco centímetros a crescer dentro do pulmão.


Os médicos de Artyom Sidorkin suspeitavam de que o seu paciente pudesse ter cancro nos pulmões, mas durante uma biópsia para detectar o que acreditavam ser um tumor maligno, descobriram uma árvore a crescer-lhe no pulmão.

“Komsomolskaya Pravda”, Sidorkin foi tratado nas urgências do hospital de Izhevsk, na Rússia Central. Vladimir Kamashev, o médico que analisou a biópsia do paciente, citado pelo jornal espanhol “ABC”, disse que “pensou que estava a ter visões” e depois chamou o seu ajudante para que “desse uma vista de olhos” nas imagens.

Acredita-se que Sidorkin tenha inalado uma semente de pinheiro que lhe começou a crescer no peito, provocando os sintomas. O sangue que Artyom Sidorkin tossia não era de um tumor maligno, mas de lesões provocadas pelas agulhas das folhas de um pinheiro

Fonte: marinhosilva1961@ig.com.br

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Alimentação - Prazer x Compulsão


Um fato é certo: quando estamos em paz esquecemos de comer e de sentir fome. A felicidade que vem do equilíbrio e da paz, nos coloca num estado vibracional tão mágico, que não precisamos comer. A sensação é de que a plenitude da paz nos nutre muito mais que qualquer alimento "físico".


Neste estado, compare-se com uma criança, que feliz, cheia de vida e intensidade, não sente a menor vontade de comer. Não é verdade? Os pais é que ficam lá, azucrinando a criança, tentando aborrecê-la, distraí-la para que sinta necessidade de comer.

Se os pais deixarem aquela criança comer só quando sentir sua verdadeira necessidade, terão a experiência de vê-la comendo com real PRAZER.

Bem isso é uma longa conversa, e muito provavelmente, é a causa porque existem tantas pessoas onde a compulsão por comida é uma realidade, um problema.

Fácil de perceber, alimentar-se por uma demanda de compulsão é um "comer" com insaciedade, com gula, um comer até acabar o pote, o pacote, a panela. Segundo o Aurélio, comer significa colocar qualquer coisa goela abaixo. Diferente de alimentar-se que significa nutrir-se.

Ah! Muita culpa, muita indigestão (inclusive dos pensamentos), muito mau-estar. O corpo todo fica arrebentado, ultrajado. Um exagero, um absurdo, um tsunami passou pela sua despensa ou geladeira.

É, a compulsão alimentar é um distúrbio de comportamento em que a pessoa "come" em excesso, de forma descontrolada, muitas vezes sem perceber e SENTIR O SABOR do alimento. Muita ansiedade, ausência de PRESENÇA e de PRAZER.

A mente se torna obcecada por comida. O emocional acredita que vai tapar "buracos" com comida. São desejos: por açúcar, sorvete, chocolate, pipoca, biscoito, fritura, enfim ... termina um desejo, começa outro.

Sintomático deste comportamento é alterar períodos quando o compulsivo perde o controle diante da alimentação com períodos de dieta sofriiiiiiiiida. Vai uma tortura aí?

O comedor compulsivo é semelhante ao alcoólatra. Comemora comendo quando está alegre, e se entope de comida quando está triste, para esquecer.

Assim, ao contrário do que se pensa, a cura não virá com dietas ou controle alimentar. Neste caso, as dietas para emagrecer são entendidas pelo corpo como escassez de alimentos. Então, o organismo começa a armazenar tudo o que é ingerido. Ao mesmo tempo, envia sinais de que precisa de mais comida. Ou seja, engordar é natural.

O primeiro passo para resolver tal problema, ou seja, romper com esta dinâmica que é orgânica e emocional (mão dupla) é eliminar a culpa por comer. Aliás, culpa é toxina psico-emocional, como também um gerador de toxina orgânica.

O segundo passo é no momento da compulsão fazer uso de sucos, lanches ou sopas desintoxicantes, que nutrem, causam rápida saciedade, mas ativam os canais de excreção.

Excretar o que? Tudo o que precisa ser excretado. Idéias, conceitos, lixos orgânicos, emocionais, mentais, etc. É algo como quando vem a enxurrada e você escancara o ralo. Deixa sair todo o mal que vier. Então, vem a ansiedade e você deixa o corpo limpo e leve - descarregado - para poder serenar.

O terceiro passo é, a partir do corpo sendo diariamente esvaziado dos seus lixos, a pessoa começar a identificar as suas verdadeiras necessidades (auto-conhecimento) e colocar a ação adequada para viabilizar uma futura colheita. Lei do karma: você só poderá colher se plantar e preparar o solo.

O grande termômetro da cura é quando a pessoa começa a diferenciar a fome por PRAZER de nutrir-se, da fome para abafar seus desconfortos emocionais, como a ansiedade (falta de fé), as falsas expectativas (preguiça de semear, de antenar e cair na real), as frustrações (preguiça de meditar, discernir, pensar e planejar) e os medos (preguiça de aventurar e crescer).

Ah! Dentro das falsas expectativas, é muito importante adequar a sua imagem corporal a padrões realistas e assumir que talvez não seja possível ser tão Gisele Bundchen quanto se deseja.

Finalizando, a Alimentação Desintoxicante pode ser uma excelente ferramenta pois ela é muito prática de realizar, ativa rapidamente o sistema imunológico e a saúde, como também dá excelente suporte ao propósito de sair da Compulsão Alimentar e adentrar no Prazer do equilíbrio emocional = Paz.

Veja como iniciar sua prática lendo sobre Alimentação Desintoxicante e O poder de cura do Limão.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.

Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e fonte.

Este texto faz parte do livro Alimentação Desintoxicante - editora Alaúde. Recomenda-se a sua leitura na íntegra, o que possibilitará a prática desta filosofia de vida com consciência e responsabilidade.

Fonte: Conceicao Trucon - Alimentação Desintoxicante

Lendas Urbanas VI - Vila Velha/PR


ltacueretaba, antigo nome do local onde hoje conhecemos por Vila Velha, significa "cidade extinta de pedras". Este recanto foi escolhido pelos primitivos habitantes para ser Abaretama, "terra dos homens", onde esconderiam o precioso tesouro Itainhareru.

Tendo a proteção de Tupã, era cuidadosamente vigiado pelos Apiabas, varões escolhidos entre os melhores homens de todas as tribos.

Os Apiabas desfrutavam, de todas as regalias, porém, era-lhes vedado o contato com as mulheres. A tradição dizia que as mulheres, estando de posse do segredo de Abaretama, revelariam aos quatro ventos e, chegando a notícia aos ouvidos do inimigo, estes tomariam o tesouro para si.



Se o tesouro fosse perdido, Tupã deixaria de resguardar o seu povo e lançaria sobre ele as maiores desgraças. Dhui (Luís), fora escolhido chefe supremo dos Apiabas, entretanto, não desejava seguir esse destino, pois se tratava de um chunharapixara (mulherengo).

As tribos rivais, ao terem conhecimento do fato, escolheram a bela Aracê Poranga (aurora da manhã), para tentar seduzir o jovem guerreiro e tomar-lhe o segredo do tesouro. A escolhida logo conquistou o coração de Dhui. Numa tarde primaveril, Aracê veio ao encontro de Dhui trazendo uma taça de Uirucur (licor do butiás), para embebedá-lo.

No entanto, o amor já havia tomado conta de seu coração não conseguindo assim completar a traição. Decidiu então, tomar a bebida junto com seu amado, e os dois se amaram a sombra de um ipê. Tupã logo descobriu a traição do seu guerreiro e furioso provocou um terremoto sobre toda a região.



A antiga planície fora transformada em um conjunto de suaves colinas. Abaretama, transformou-se em pedra, o solo rasgou-se em alguns pontos, dando origem as Furnas, o precioso tesouro fora derretido formando a Lagoa Dourada. Os dois amantes ficaram petrificados e entre os dois a taça ficou como o símbolo da traição. Diz a lenda, que as pessoas mais sensíveis a natureza e ao amor, quando ali passam ouvem a última frase de Aracê: xê pocê o quê (dormirei contigo).

Fonte: www.pontagrossa.gov.br

Lendas Urbanas V - Corina Portugal


Lenda de Corina Portugal

Em 1866 Corina Portugal , uma linda moça muito religiosa , veio do Rio de Janeiro para Ponta Grossa com o seu pai , que gostava de jogar . Um certo dia este senhor ficou endividado e vendeu a sua filha para um homem chamado Alfredo Campos . Assim Corina foi obrigada a casar – se com este rapaz .

Porém este moço era bêbado , viciado em jogo e muito violento com sua esposa . Mas , apesar dos problemas , Corina ajudava as pessoas através das orações e muita gente afirmava que ela tinha poderes sobrenaturais .

Quando esta jovem ficou grávida , criaturas malvadas mentiram para Alfredo que a criança não era dele . Como este homem tinha a cabeça fraca , ele acreditou nos falsos boatos e matou sua mulher com 32 duas facadas .

Deste jeito a moça foi enterrada no antigo cemitério São João de Ponta Grossa . Diz a lenda que Maria , uma outra jovem que sofria violência doméstica , foi rezar no túmulo de Corina dias depois de sua morte . No dia seguinte , o seu marido parou de beber e tornou – se uma pessoa boa . A partir daquele dia várias mulheres , que eram torturadas pelos companheiros , foram ao túmulo de Corina para pedirem milagres .

Vários anos se passaram e um prefeito chamado Vicente Bittencourt mandou alguns funcionários retirarem corpos do antigo cemitério São João para a abertura de uma rua . Quando estes operários estavam escavando os ossos , eles encontraram o corpo de Corina Portugal intacto e seu semblante parecia o rosto de uma santa . Então estes funcionários chamaram um padre , que pediu para que os trabalhadores ficassem quietos. Porém , como são poucas as criaturas que sabem guardar segredos , o povo logo soube da novidade .

Desta maneira o corpo da santa foi transferido para o cemitério São José , onde seu túmulo é muito visitado nos dias de finados .

Lendas Ubanas IV - A Casa do Senhor Herman


Toda criança ao ver uma casa que está à algum tempo fechada logo percebe que algo de estranho acontece nela. Mas como as crianças são muito curiosas elas buscam ir atrás de fatos e acontecimentos.

Certo dia, dois amigos estão jogando bola e um deles consegue jogar a bola dentro de uma casa que estava a muito tempo vazia. Então um dos meninos chamado Victor decide ir até a casa onde seu amigo Pedro jogou sua bola.

Muito inspirado e motivado ele passa pelo vão aberto entre a grade e dirige-se até o local onde encontrava-se a bola. Esse lugar dava arrepios em Victor e ele sabia que coisa boa não tinha lá. Segundo histórias contadas pelo seu avô João, que disse que nessa casa morou uma família muito estranha de atos completamente sombrios e que o chefe da família havia matado todos de um jeito muito macabro. Ele matou todos e arrancou suas cabeças e as pendurou como se fosse animais caçados.

Pois bem, Victor então resolve arriscar e decididamente acha aquilo uma grande besteira de gente que não tem o que fazer e inventa história sobre a vida dos outros.
Victor pega uma pedra e bate no vidro para ver o que tinha de tão perigoso naquela casa. Já com sua bola e não satisfeito entra na casa e começa a andar. Ele já tinha percorrido toda casa e quando posiciona-se para ir embora ele percebe que realmente tinha algo de errado. Victor resolve ir até a sala que ele não tinha ido e, ao entrar, seu coração começa a bater mais forte como se algo fosse acontecer.

Victor reúne toda sua força e coragem e entra na sala. O garoto pára e sem conseguir dar uma palavra ou até mesmo pensar ele olhar para os lados e vê o que realmente aconteceu ali naquela casa. Com a parede rodeada de cabeças ele só pensava em sair dali correndo, mas algo pior ainda ia acontecer. Na parede estavam as cabeças de todos os membros da família, menos a do senhor Herman. Suas pernas ficaram bambas e seus olhos estatelados para fora a procura daquele que faltava.
Decidiu então correr, mas já era tarde. Um homem com à aparência horrível, olhos fundos, dentes podres, nariz para dentro e com um cheiro insuportável aproximava-se com uma foice na mão.

Victor, então, desapareceu e até hoje sua família embora tenha se mudado daquela cidadizinha do interior ainda tem esperanças de vê-lo novamente.
Sua bola foi vista no jardim da casa do senhor Herman mas todos duvidam que ele tenha entrado lá. Victor desapareceu em uma quinta-feira, dia 31 de agosto de 1943.