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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Lendas Ubanas IV - A Casa do Senhor Herman


Toda criança ao ver uma casa que está à algum tempo fechada logo percebe que algo de estranho acontece nela. Mas como as crianças são muito curiosas elas buscam ir atrás de fatos e acontecimentos.

Certo dia, dois amigos estão jogando bola e um deles consegue jogar a bola dentro de uma casa que estava a muito tempo vazia. Então um dos meninos chamado Victor decide ir até a casa onde seu amigo Pedro jogou sua bola.

Muito inspirado e motivado ele passa pelo vão aberto entre a grade e dirige-se até o local onde encontrava-se a bola. Esse lugar dava arrepios em Victor e ele sabia que coisa boa não tinha lá. Segundo histórias contadas pelo seu avô João, que disse que nessa casa morou uma família muito estranha de atos completamente sombrios e que o chefe da família havia matado todos de um jeito muito macabro. Ele matou todos e arrancou suas cabeças e as pendurou como se fosse animais caçados.

Pois bem, Victor então resolve arriscar e decididamente acha aquilo uma grande besteira de gente que não tem o que fazer e inventa história sobre a vida dos outros.
Victor pega uma pedra e bate no vidro para ver o que tinha de tão perigoso naquela casa. Já com sua bola e não satisfeito entra na casa e começa a andar. Ele já tinha percorrido toda casa e quando posiciona-se para ir embora ele percebe que realmente tinha algo de errado. Victor resolve ir até a sala que ele não tinha ido e, ao entrar, seu coração começa a bater mais forte como se algo fosse acontecer.

Victor reúne toda sua força e coragem e entra na sala. O garoto pára e sem conseguir dar uma palavra ou até mesmo pensar ele olhar para os lados e vê o que realmente aconteceu ali naquela casa. Com a parede rodeada de cabeças ele só pensava em sair dali correndo, mas algo pior ainda ia acontecer. Na parede estavam as cabeças de todos os membros da família, menos a do senhor Herman. Suas pernas ficaram bambas e seus olhos estatelados para fora a procura daquele que faltava.
Decidiu então correr, mas já era tarde. Um homem com à aparência horrível, olhos fundos, dentes podres, nariz para dentro e com um cheiro insuportável aproximava-se com uma foice na mão.

Victor, então, desapareceu e até hoje sua família embora tenha se mudado daquela cidadizinha do interior ainda tem esperanças de vê-lo novamente.
Sua bola foi vista no jardim da casa do senhor Herman mas todos duvidam que ele tenha entrado lá. Victor desapareceu em uma quinta-feira, dia 31 de agosto de 1943.

Lendas Urbanas III - O médico psicopata


Essa história é um relato de duas mulheres, que ocorreu em Curitiba, mas ninguém sabe até que ponto é verdadeira.

Uma mãe estava fazendo compras com o seu filho, e, de repente a criança desapareceu.
Então, ela avisou a administração do estabelecimento. Assim, o gerente decidiu que ninguém deveria entrar e que ninguém deveria sair.
Depois de meia hora de confusão, o telefone celular de um cliente vestido de médico, que estava com uma maleta, tocou e ele falou ao gerente:
- Eu sou médico e tenho que fazer uma cirurgia de emergência! Por favor, me deixem sair!
Deste jeito, a administração liberou a saída do homem.
Depois, de meia hora de transtorno, um açougueiro achou o corpo da criança desaparecida dentro do frigorífico do mercado, sem os rins.

Uma senhora de idade estava fazendo compras com a sua neta pequena. Quando, de repente, a menina desapareceu.
Então, o gerente fechou o estabelecimento com todas as pessoas dentro. Mas, um rapaz vestido de médico, alegou que precisava fazer um parto de emergência e foi liberado. Meia hora depois, uma funcionária achou a menina morta, sem os rins, dentro de uma caixa no depósito.

domingo, 12 de abril de 2009

Lendas Urbanas - O Mendigo Macabro !


Lenda Curitibana da década de 80.

No século dezenove havia um mendigo louco ,
Porém , que incomodava muito pouco !

Ele vivia com uma boneca nos seus braços ...
Que era tratada entre beijos e abraços !
Ele dizia para todos que a boneca era sua criança
Com o olhar radiante e cheio de esperança !

Mas , um dia apareceu um cruel bandido ...
Que numa briga deixou este mendigo tão ferido !
Então , no meio de tanta ferida e tanto tormento ...
O pobre mendigo acabou morrendo !

Porém , o fantasma do mendigo voltou ...
No século vinte , bem nos anos oitenta , que já passou !
Dizem , que ele batia no portão sem paciência ,
De qualquer tipo de residência ,

Com uma criatura enrolada num pano ,
Que parecia ser um bebê sem engano !
Assim , que o morador atendia ,
O mendigo falava , deste jeito , sem harmonia :

"- Preciso de uma esmola qualquer ...
Você pode dar o que puder !
Mas , se você não me der nada , me deixando só na lembrança ...
Eu mato na sua frente , esta inocente criança".

Então , o ingênuo morador ...
Temendo ver uma grande dor ...
Para o mendigo dava bola ...
Oferecendo qualquer tipo de esmola !

Mas , quando o mendigo recebia a oferta ...
Ele mesmo agia de forma maldosa e esperta ...
Tirando a manta da pobre criatura ,
Que não era um bebê , mas uma boneca pura ...

E assim , o mendigo falava sem piedade :
"Esta criatura não é um bebê de verdade ...
Porém uma boneca , seu covarde ! "

Após falar estas palavras sem fantasia ...
O mendigo , na frente da pessoa , desaparecia .



Fonte: fadapoesia@yahoo.com.br

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Curitibatuquetown


A cidade que não está nos cartões postais é revelada através de um olhar ritmico e poético que tem como pano de fundo o trabalho e os trabalhadores.
Direção: Cátia Reis e Everton Sebben
Produção: Cátia Reis
Fotografia e Edição: Everton Sebben


http://www.youtube.com/user/evesebben
http://www.evertonsebben.com.br/