terça-feira, 21 de abril de 2009

Hackers invadem sistema do Pentágono e roubam projeto bilionário.


O Departamento de Defesa dos Estados Unidos teve seus sistemas de computação invadidos por um grupo de hackers. Os intrusos copiaram infomações sobre a construção do caça F-35 Lightning II, o mais caro projeto desenvolvido pelo Pentágono até hoje.

Os invasores copiaram informações que em princípio poderiam informar a militares de outros países sobre como se defender do avião, que tem projeto orçado em aproximadamente 672 bilhões de reais. As informações são do Wall Street Journal.

Militares do governo americano ouvidos pelo tabloide nova-iorquino disseram que há indícios de que os ataques foram realizados a partir da China, embora não se tenha como afirmar a identidade dos hackers com exatidão. Também não é possível mensurar, por enquanto, os danos ao projeto e o possível risco de segurança criado pelo roubo das informações.

Ainda de acordo com o Wall Street Journal, os hackers conseguiram capturar um grande volume de informações sobre o Joint Strike Fighter, como também é conhecido o caça americano. Porém, informações mais primordiais não foram acessadas, uma vez que partes fundamentais do projeto encontram-se em computadores que não estão conectados em rede.

Construído por um consórcio liderado pela Lockheed Martin, O F-35 Lightning II possui um software formado por mais de 7,5 milhões de linhas de código-fonte. Seu programa é três vezes mais complexo do que o utilizado em alguns aviões de combate de última geração.

Fonte: www.odiaonline.com.br

Hospital de Londrina Suspende internações após identificar uma bactéria muti-resistente.


A descoberta de uma bactéria multirresistente obrigou o Hospital Universitário de Londrina a esvaziar a UTI adulta.

A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário (CCIH) confirmou oito pacientes contaminados e, no sábado, sete ainda estavam sob suspeita.

De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a bactéria foi identificada em um paciente da região de Londrina, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás. O micro-organismo se espalha rapidamente e pode provocar infecções graves com risco de morte.

A bactéria nunca havia sido encontrada no hospital. O HU está realizando a desinfecção dos setores interditados e não há prazo para finalizar os trabalhos.

Fonte: www.londrinaonline.com

Lula gasta com pessoal o que poupa com juros...


O governo federal usou praticamente toda a economia feita com a queda de juros desde 2006 para contratar pessoal e aumentar o salário do funcionalismo público, informa reportagem de Marcio Aith, publicada na Folha desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Pouco foi feito para elevar os investimentos, necessários para permitir que o país cresça sem solavancos.

Entre abril de 2006 e abril de 2009, diz a reportagem, com base em estudo feito a pedido da Folha pelo economista Alexandre Marinis, da consultoria Mosaico, os gastos anuais do governo central com juros caíram cerca de R$ 40 bilhões. No mesmo período, as despesas com pessoal subiram iguais R$ 40 bilhões, e as de custeio, R$ 26,7 bilhões. Já as despesas de capital --os investimentos propriamente ditos-- aumentaram apenas R$ 14,7 bilhões.

O governo alega que o custo é compatível com o aumento da arrecadação. Segundo Marinis, o problema é que as receitas tributárias não são permanentes.

Fonte: www.folha.com.br

Recife tem o maior consumo de uísque do mundo !


O emergente mercado brasileiro de uísque tem uma série de pequenas e interessantíssimas particularidades. A primeira é que Recife (PE) é a cidade que detém o maior consumo de uísque per capita em todo o mundo. Os dados são da prestigiada publicação inglesa "The Whisky Magazine".

Isso mesmo, a cidade conhecida por suas pontes, Carnaval e belas praias tem grande importância no setor nacional. Tanto que Eduardo Blohm Bendzius, diretor de marketing da Diageo --que controla as marcas Smirnoff, Johnnie Walker, Captain Morgan, Baileys, J & B, José Cuervo e a cerveja Guinness--, explica que a empresa executa ações específicas para Pernambuco. "O Brasil, hoje, é o país onde mais se consome Johnnie Walker Red Label no mundo, e Recife corresponde a pelo menos 40% desse volume", diz.

Segundo Bendzius, Recife é um grande mercado não apenas para o uísque, mas também para outras bebidas destiladas. "A cidade tem uma cultura de destilados que também abarca bebidas como o rum", explica.

O consumo de uísque na capital de Pernambuco tem algumas particularidades, como o costume de ser bebida com gelo produzido com água de coco. "Como bebedor de uísque, não sou purista, acho que cada um deve degustar a bebida da maneira que achar melhor", afirma.

Não é o que pensa Kleber Damasceno Prado, 64, ex-presidente e membro do conselho da Sociedade Brasileira do Whisky. "Eu tenho a opinião que o uísque é um tipo de bebida que se basta, não precisa de mais nada além de gelo e água de boa qualidade para apreciar", explica.

Prado começou a se interessar pela bela bebida em meados de 1970 e não parou mais. "Tive a oportunidade de conhecer a Inglaterra e, lá, fui provando bons uísques e comprei meu primeiro livro", explica. Segundo ele, o mercado brasileiro cresceu muito nos últimos anos. "Hoje em dia, é muito fácil encontrar um uísque de boa qualidade nas capitais. Antes, tínhamos que esperar que alguém trouxesse de fora", diz.



Rótulos nobres e destilarias fantasmas

O bom momento do mercado nacional de uísque colocou o país na rota dos chamados lançamentos super premium --uísques produzidos com matérias-primas nobres, de produção limitada, como o Johnnie Walker King George V, que teve cem unidades lançadas no Brasil.

Na produção desse tipo de bebida, muitas vezes são usadas matérias-primas das chamadas destilarias fantasmas --que fecharam as portas apesar da qualidade, o que confere a esses rótulos uma áurea de originalidade.

Os lançamentos mais exclusivos costumam atrair colecionadores. Algo que Prado não concorda. "Eu respeito muitos os colecionadores, mas acho que o uísque foi feito para ser bebido e é muito mais gostoso beber do que admirar um garrafa", encerra.

Fonte: www.folha.com.br

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Os 12 empreendedores que estão fazendo a Web 2.0 brasileira


Pelo modelo brasileiro de empreender online seguindo os passos de serviços de sucesso dos Estados Unidos, o Via6 é campeão unânime no quesito inspiração internacional.

“Muita gente nos comparava com Orkut, LinkedIn e, agora, com Facebook. Assumimos que acompanhamos tudo e sempre usamos recursos que se destacam lá fora”, admite Diego Monteiro, fundador e diretor-executivo da rede social.

Nascido como uma rede profissional nos moldas do LinkedIn, o Via6 emplacou seu serviço de categorização de notícias Rec6 como o clone do Digg mais popular no Brasil e, frente à recente popularização do Facebook, se inspirou na rede de Mark Zuckerberg.

A premissa básica do Via6 usar a colaboração da chamada Web 2.0 para que “pessoas fizessem algo útil”, diz Monteiro, se apressando em dizer que não tem nada contra serviços supostamente de diversão, como YouTube e Orkut.

A postura útil da Via6 está no foco em relacionamento profissional entre seus cadastrados, seja por conteúdo próprio publicado por um usuário ou por material de outros serviços, como vídeos e apresentações corporativas, integrados ao Via6.

Conflitantemente à postura do Via6, Monteiro afirma que teve a idéia de montar a rede social pela frustração de trabalhar em uma empresa cujo ambiente não tinha tanta inovação.

Juntou-se ao amigo de infância Renato Shirakashi no final de 2004 para começar a bolar o Via6 com a consultoria de Marcelo Ballona, um dos investidores e posteriormente sócio do Submarino, algo determinante para a escolha da web.

“Se o Ballona trabalhasse com varejo, pensaria em montar algo no varejo”, recorda. Assim como a Estante Virtual, Diego e Renato se beneficiaram de investimentos dos pais e poupanças próprias para custear o desenvolvimento.

Inspirado ou não em serviços internacionais, o Via6 carrega um mérito inegável: é a comunidade profissional de maior base de usuários no Brasil, com 195 mil usuários e ritmo de crescimento que acrescentou 100 mil cadastrados nos últimos quatro meses. Destes, apenas 6 mil estão inscritos no Rec6.

O crescimento tem relação direta com o investimento de capital de risco não divulgado recebido pela Via6 em março da consultoria Confrapar. Na época, Monteiro afirmou que 95% da verba seria usada para sofisticar a rede social.

“O investimento mudou nossa capacidade de movimentação. Temos equipe de marketing e nossa produtividade aumentou, já que também existem investidores exigindo aumento de metas”, afirma.

É para aplacar as exigências destes investidores que o serviço planeja para novembro a estréia de um novo modelo de publicidade que usa banners segmentados para encontrar um modelo comercial para o Via6.

Com relatórios detalhados de visualização, Monteiro espera atrair anunciantes e agências para o Via6, que, segundo suas metas, conseguirá se sustentar sob suas próprias pernas até julho de 2008.

“Quando tivermos massa crítica, entre 800 mil e um milhão de usuários, podemos fazer uma versão bilíngüe”, projeta em médio prazo, enquanto o Orkut acumula 24 milhões de brasileiros e o MySpace, 110 milhões em todo o mundo.

Fonte: www.uol.com.br

Google facilita uso de telas sensíveis ao toque para deficientes visuais


São Francisco - Sistema torna qualquer lugar na tela sensível ao toque em número 5, facilitando a orientação de usuários no teclado virtual.

Acessibilidade é um problema para o iPhone e para os demais aparelhos touchscreen. Uma vez que eles não possuem controles físicos, é praticamente impossível para alguém com deficiência visual usar tais smartphones.

Engenheiros do Google apresentaram nesta sexta-feira (03/04) um modo inteligente de lidar com esse problema. O sistema funciona imitando o teclado de telefone tradicional, com o número 5 no meio e as demais teclas em volta.

Qualquer lugar da tela que o usuário clicar se torna a tecla número 5. Assim, basta deslizar o dedo para a esquerda para clicar no 4, para a direita o número 6, da mesma forma com que deficientes visuais se orientam para discar em telefones comuns.

Sendo uma tecnologia desenvolvida pelo Google, não se sabe se a Apple poderá aproveitá-la para seu aparelho. Mas o conceito de fazer o usuário controlar a interface baseado em onde ele toca pode trazer inovações na área.

O Google está dedicando bastante tempo em descobrir como fazer interfaces touchscreen funcionarem bem para usuários com deficiência visual.

A companhia já publicou seu projeto Eyes-Free, dedicado a outras ideias para essa público. O projeto é todo baseado no sistema operacional Android.

Dan Moren, editor da Macworld, dos EUA

A Surpreendente Susan Boyle


Susan Boyle é uma inglesa tímida de 47 anos, nem um pouco bonita, solitária (vive com o seu gato Peppers) e que nunca foi beijada.
Achou que sabia cantar, criou coragem se inscreveu para participar do "Britain's got talent", um programa estilo "Ídolos", da TV inglesa. A canção escolhida foi "I dreamed a dream", do musical "Les miserables".

Antes de começar a interpretar "I dreamed a dream" no palco, Susan Boyle se vê obrigada a responder algumas perguntas de Simon Cowell, um dos jurados e conhecido por maltratar aspirantes a celebridade no programa "American Idol".

A cada resposta que dava a Simon, ao falar um pouco de si e dos seus sonhos, mais certeza o público ficava de que estavam diante de um grande mico, e muitos risadas iriam soltar.

Susan então finalmente começa a cantar e ao término de sua apresentação ninguém de um único riso.

Mais antigo e não menos surpreendente: Paul Pots, um vendedor de celular, apresenta-se no “Britan’s got talent” , cantando a música Nessum Dorma.


Lições do dia: Nunca menospreze alguém! Nunca julgue alguém pela aparência!

Fonte: www.sedentario.org / www.dormiu.com.br

Aranha Mecânica Gigante


Aranha mecânica gigante desfila em Yokohama - Japão.

Aranha de 37 toneladas e 12 metros de altura faz parte das comemorações dos 150 anos da inauguração do Porto de Yokohama



A aranha, apelidada de A Princesa, tem 37 toneladas e alcança 12 metros de altura, quando suas patas estão erguidas. A atração faz parte dos eventos em comemoração ao aniversário de 150 anos de abertura do Porto de Yokohama, responsável pelo abastecimento de Tóquio.




domingo, 19 de abril de 2009

Destrua a Amazônia sem sair de casa...


Por João Meirelles Filho *, do Instituto Peabiru.

Claro que é culpa da inoperância dos órgãos públicos, que não conseguem controlar desmatamentos, queimadas, e nem a lenha que garante o seu pãozinho de cada dia nas padarias da região e de boa parte do Brasil. Será que a culpa é só daqueles a quem você emprestou seu voto e sua confiança, daqueles a quem você passou procuração para decidir, em seu nome, o que você consome nos supermercados? Ou será este um problema da Nação a que você e eu pertencemos, ou fingimos pertencer.

Como você se sente diante do circo anual quando os chefes da Nação esbravejam ao ver as taxas de desmatamento fora de controle e soltam decretos a torto e a direito, esperando que sejam cumpridos? Você acha que seus chefes realmente levam a sério este assunto? O que eles pensam quando servem seu George (o Bush) um churrasco para na Granja do Torto?

Até quando você vai acreditar nesta novela? Nesta conversa de que medir desmatamento e queimadas serve para alguma coisa? Só serve para dizer o que você já sabe muito bem: a coisa vai muito mal, cada vez pior. Afinal, medir desmatamento e queimada é medir conseqüência e não causa. É como medir a febre do doente; certificar-se de que ele tem mesmo febre e, ir dormir, ir fazer churrasco, nada fazer, esperando, que, se tudo der certo, um dia, o doente, se sobreviver, irá melhorar.

É assim que age o governo que você elegeu, porque, você, cidadão brasileiro não liga a mínima para as causas que provocam desmatamento e queimada. Ou melhor, não está muito interessado em saber que quem causa a destruição da Amazônia é você mesmo, ao comer o seu bifinho de cada dia, o seu churrasquinho de fim de semana, o seu pãozinho de cada dia.

O que efetivamente causa desmatamento? Na Amazônia a resposta é muito clara: a pecuária bovina extensiva, que responde por mais de 3/4 do estrago, e bem depois, muito depois, vem as outras causas, a soja (que cresce rapidamente), a retirada de madeira (que financia as novas derrubadas e pastagens), e muitas outras que, claro, juntas, são terrivelmente devastadoras. Aliás, esta é a história do Brasil. A história da pata do boi. Assim, seus tataravôs engoliram a Mata Atlântica e a Caatinga, e seus pais e você devoram o Cerrado e a Amazônia.

Só se cria boi porque há consumidor de carne. O pecuarista só existe porque ganha mais dinheiro com o boi. Se outra coisa (legal) fosse mais lucrativa, mudaria de ramo. E o pecuarista só cria boi porque há cada vez mais consumidor querendo comer carne, carne barata.

Quem consome a carne da Amazônia é tanto quem mora na região (menos de 10% da produção), como os brasileiros das outras regiões (mais de 80%). A participação das exportações ainda é pequena, inferior a 10%, mesmo se considerar os 600 mil bois vivos que despachamos, sem pagar impostos, para a desabastecida Venezuela e o violento Líbano em guerra.

Hoje, na Amazônia, é possível produzir carne muito barata porque o alto preço social e ambiental não é considerado. O pecuarista raciocina: por que se preocupar em conservar as matas, as águas, as populações tradicionais e as milenares culturas? Por que seguir a lei trabalhista, pagar impostos, legalizar as terras, se não há fiscalização?

O Brasil decidiu (e você participa desta decisão como eleitor e consumidor) transferir 1/3 de seu rebanho para a Amazônia. Na década de 1.960 eram 1 milhão de bois na região, hoje, menos de meio século depois, são 75 milhões. Mais que em toda a Europa! Há muita gente envolvida, não são apenas aqueles 21 mil médios e grandes pecuaristas (com propriedades acima de 500 hectares). Há também 400 mil pequenos pecuaristas, em sua maior parte economicamente inviáveis. Resultado: em menos de 40 anos, somente com a pecuária, destruímos mais de 70 milhões de hectares do mais complexo e desconhecido conjunto de florestas tropicais do Planeta. É pouco, você dirá, menos de 20% da região, ou, se preferir, meros 8% do território do Brasil.

No entanto, esta superfície é superior à soma das áreas do estado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro somados. Destruídos. Para que? Para você comer picanha, picadinho e croquete mais baratos. Será que alguém realmente se beneficiou com isto? Será que os filhos dos pecuaristas realmente terão uma vida melhor porque estão na Amazônia desmatada? Dificilmente. A pecuária não consegue garantir nem a rentabilidade de uma aplicação trivial em um banco, como a poupança ou um CDB. É o pior negócio que existe, só sobrevive porque é ilegal.

De cada três bifinhos que você come, um vem da Amazônia. Você não pergunta para o seu Zé açougueiro nem para o seu Diniz do Pão de Açúcar ou para o presidente do Carrefour, ou para outro dono de supermercado de onde vem a carne. Você também não pergunta de onde vem a soja, o arroz, e tantos outros produtos. Enfim, como consumidor você sabe muito pouco sobre o que você consome, qual o seu impacto no planeta, quantos quilos de carbono, de água, de suor foram gastos para produzir o seu luxo do momento. Seu fornecedor também não se interessa por educá-lo, informá-lo, orientá-lo. Para ele responsabilidade social é comprar meia dúzia de cestinhas e docinhos de comunidades “em alto risco social” e ganhar comenda e prêmio de associações empresariais.

E se você efetivamente perguntasse ao dono do estabelecimento? E se você fosse às últimas conseqüências, abandonasse o produto na prateleira? E se, de agora em diante, você fosse 100% coerente em relação a sua responsabilidade como cidadão, cidadão comedor das Amazônias? Das Matas Atlânticas? Você deixaria de comprar a carne que vem com gosto de Amazônia queimada, devastada e escravizada? A carne que saiu do norte de Mato Grosso, do sul do Pará, do Marajó, do centro de Rondônia, do sul do Acre e do Amazonas? Você deixaria de comer a Amazônia? Você seria capaz de abandonar seu antigo fornecedor de alimentos se ele não levasse a sério a sua pergunta: de onde vem esta carne? Ou melhor, esta carne vem da Amazônia?

Se sua resposta é: tanto faz, então sugiro que desligue a televisão, vá curtir o seu quente verão de aquecimento global e tome tudo isto como conversa para boi dormir. Se, entretanto, achar que vale a pena seguir adiante, então, tome uma atitude. Pilote com mais atenção o seu carrinho de compras. A cada passo que você dá no supermercado, é você quem decide o futuro do planeta (e não o dono do reluzente estabelecimento, ou o diretor de marketing da empresa, ou o gênio da agência de propaganda que ainda insiste em usar crianças ou em desrespeitar as mulheres para vender mais).

Se você quer entregar algo da Amazônia a você mesmo, ou a seus descendentes, deixe este olhar bovino de lado, abandone seu comportamento de consumidor passivo. O mundo todo já percebeu que o Brasil está transformando a Amazônia em um imenso curral. É isto que você quer? Você acha que o mundo vai mesmo ficar de braços cruzados vendo o Brasil fazer churrasquinho da Amazônia? Pois então, vamos agir, enquanto é tempo, antes que sejamos obrigados, envergonhados, a sofrer sanções internacionais hoje inimagináveis. Vamos enviar o boi de volta para o zoológico e para o presépio, de onde jamais deveria ter saído.

* João Meirelles Filho é autor do Livro de Ouro da Amazônia (3a edição, Ediouro, Rio de Janeiro 2.004)

Crédito de imagem: JS Nature fotos

Leia tudo o que a imprensa publica sobre a Amazônia no blog Amazônia na Mídia: http://amazonianamidia.blogspot.com

Fonte: Envolverde Revista Digital (http

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Russo tinha árvore crescendo no pulmão !!!


Um russo de 28 anos foi ao médico por ter dores persistentes no peito e sangrar quando tossia. Os médicos descobriram-lhe uma árvore de cinco centímetros a crescer dentro do pulmão.


Os médicos de Artyom Sidorkin suspeitavam de que o seu paciente pudesse ter cancro nos pulmões, mas durante uma biópsia para detectar o que acreditavam ser um tumor maligno, descobriram uma árvore a crescer-lhe no pulmão.

“Komsomolskaya Pravda”, Sidorkin foi tratado nas urgências do hospital de Izhevsk, na Rússia Central. Vladimir Kamashev, o médico que analisou a biópsia do paciente, citado pelo jornal espanhol “ABC”, disse que “pensou que estava a ter visões” e depois chamou o seu ajudante para que “desse uma vista de olhos” nas imagens.

Acredita-se que Sidorkin tenha inalado uma semente de pinheiro que lhe começou a crescer no peito, provocando os sintomas. O sangue que Artyom Sidorkin tossia não era de um tumor maligno, mas de lesões provocadas pelas agulhas das folhas de um pinheiro

Fonte: marinhosilva1961@ig.com.br