segunda-feira, 20 de abril de 2009

Aranha Mecânica Gigante


Aranha mecânica gigante desfila em Yokohama - Japão.

Aranha de 37 toneladas e 12 metros de altura faz parte das comemorações dos 150 anos da inauguração do Porto de Yokohama



A aranha, apelidada de A Princesa, tem 37 toneladas e alcança 12 metros de altura, quando suas patas estão erguidas. A atração faz parte dos eventos em comemoração ao aniversário de 150 anos de abertura do Porto de Yokohama, responsável pelo abastecimento de Tóquio.




domingo, 19 de abril de 2009

Destrua a Amazônia sem sair de casa...


Por João Meirelles Filho *, do Instituto Peabiru.

Claro que é culpa da inoperância dos órgãos públicos, que não conseguem controlar desmatamentos, queimadas, e nem a lenha que garante o seu pãozinho de cada dia nas padarias da região e de boa parte do Brasil. Será que a culpa é só daqueles a quem você emprestou seu voto e sua confiança, daqueles a quem você passou procuração para decidir, em seu nome, o que você consome nos supermercados? Ou será este um problema da Nação a que você e eu pertencemos, ou fingimos pertencer.

Como você se sente diante do circo anual quando os chefes da Nação esbravejam ao ver as taxas de desmatamento fora de controle e soltam decretos a torto e a direito, esperando que sejam cumpridos? Você acha que seus chefes realmente levam a sério este assunto? O que eles pensam quando servem seu George (o Bush) um churrasco para na Granja do Torto?

Até quando você vai acreditar nesta novela? Nesta conversa de que medir desmatamento e queimadas serve para alguma coisa? Só serve para dizer o que você já sabe muito bem: a coisa vai muito mal, cada vez pior. Afinal, medir desmatamento e queimada é medir conseqüência e não causa. É como medir a febre do doente; certificar-se de que ele tem mesmo febre e, ir dormir, ir fazer churrasco, nada fazer, esperando, que, se tudo der certo, um dia, o doente, se sobreviver, irá melhorar.

É assim que age o governo que você elegeu, porque, você, cidadão brasileiro não liga a mínima para as causas que provocam desmatamento e queimada. Ou melhor, não está muito interessado em saber que quem causa a destruição da Amazônia é você mesmo, ao comer o seu bifinho de cada dia, o seu churrasquinho de fim de semana, o seu pãozinho de cada dia.

O que efetivamente causa desmatamento? Na Amazônia a resposta é muito clara: a pecuária bovina extensiva, que responde por mais de 3/4 do estrago, e bem depois, muito depois, vem as outras causas, a soja (que cresce rapidamente), a retirada de madeira (que financia as novas derrubadas e pastagens), e muitas outras que, claro, juntas, são terrivelmente devastadoras. Aliás, esta é a história do Brasil. A história da pata do boi. Assim, seus tataravôs engoliram a Mata Atlântica e a Caatinga, e seus pais e você devoram o Cerrado e a Amazônia.

Só se cria boi porque há consumidor de carne. O pecuarista só existe porque ganha mais dinheiro com o boi. Se outra coisa (legal) fosse mais lucrativa, mudaria de ramo. E o pecuarista só cria boi porque há cada vez mais consumidor querendo comer carne, carne barata.

Quem consome a carne da Amazônia é tanto quem mora na região (menos de 10% da produção), como os brasileiros das outras regiões (mais de 80%). A participação das exportações ainda é pequena, inferior a 10%, mesmo se considerar os 600 mil bois vivos que despachamos, sem pagar impostos, para a desabastecida Venezuela e o violento Líbano em guerra.

Hoje, na Amazônia, é possível produzir carne muito barata porque o alto preço social e ambiental não é considerado. O pecuarista raciocina: por que se preocupar em conservar as matas, as águas, as populações tradicionais e as milenares culturas? Por que seguir a lei trabalhista, pagar impostos, legalizar as terras, se não há fiscalização?

O Brasil decidiu (e você participa desta decisão como eleitor e consumidor) transferir 1/3 de seu rebanho para a Amazônia. Na década de 1.960 eram 1 milhão de bois na região, hoje, menos de meio século depois, são 75 milhões. Mais que em toda a Europa! Há muita gente envolvida, não são apenas aqueles 21 mil médios e grandes pecuaristas (com propriedades acima de 500 hectares). Há também 400 mil pequenos pecuaristas, em sua maior parte economicamente inviáveis. Resultado: em menos de 40 anos, somente com a pecuária, destruímos mais de 70 milhões de hectares do mais complexo e desconhecido conjunto de florestas tropicais do Planeta. É pouco, você dirá, menos de 20% da região, ou, se preferir, meros 8% do território do Brasil.

No entanto, esta superfície é superior à soma das áreas do estado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro somados. Destruídos. Para que? Para você comer picanha, picadinho e croquete mais baratos. Será que alguém realmente se beneficiou com isto? Será que os filhos dos pecuaristas realmente terão uma vida melhor porque estão na Amazônia desmatada? Dificilmente. A pecuária não consegue garantir nem a rentabilidade de uma aplicação trivial em um banco, como a poupança ou um CDB. É o pior negócio que existe, só sobrevive porque é ilegal.

De cada três bifinhos que você come, um vem da Amazônia. Você não pergunta para o seu Zé açougueiro nem para o seu Diniz do Pão de Açúcar ou para o presidente do Carrefour, ou para outro dono de supermercado de onde vem a carne. Você também não pergunta de onde vem a soja, o arroz, e tantos outros produtos. Enfim, como consumidor você sabe muito pouco sobre o que você consome, qual o seu impacto no planeta, quantos quilos de carbono, de água, de suor foram gastos para produzir o seu luxo do momento. Seu fornecedor também não se interessa por educá-lo, informá-lo, orientá-lo. Para ele responsabilidade social é comprar meia dúzia de cestinhas e docinhos de comunidades “em alto risco social” e ganhar comenda e prêmio de associações empresariais.

E se você efetivamente perguntasse ao dono do estabelecimento? E se você fosse às últimas conseqüências, abandonasse o produto na prateleira? E se, de agora em diante, você fosse 100% coerente em relação a sua responsabilidade como cidadão, cidadão comedor das Amazônias? Das Matas Atlânticas? Você deixaria de comprar a carne que vem com gosto de Amazônia queimada, devastada e escravizada? A carne que saiu do norte de Mato Grosso, do sul do Pará, do Marajó, do centro de Rondônia, do sul do Acre e do Amazonas? Você deixaria de comer a Amazônia? Você seria capaz de abandonar seu antigo fornecedor de alimentos se ele não levasse a sério a sua pergunta: de onde vem esta carne? Ou melhor, esta carne vem da Amazônia?

Se sua resposta é: tanto faz, então sugiro que desligue a televisão, vá curtir o seu quente verão de aquecimento global e tome tudo isto como conversa para boi dormir. Se, entretanto, achar que vale a pena seguir adiante, então, tome uma atitude. Pilote com mais atenção o seu carrinho de compras. A cada passo que você dá no supermercado, é você quem decide o futuro do planeta (e não o dono do reluzente estabelecimento, ou o diretor de marketing da empresa, ou o gênio da agência de propaganda que ainda insiste em usar crianças ou em desrespeitar as mulheres para vender mais).

Se você quer entregar algo da Amazônia a você mesmo, ou a seus descendentes, deixe este olhar bovino de lado, abandone seu comportamento de consumidor passivo. O mundo todo já percebeu que o Brasil está transformando a Amazônia em um imenso curral. É isto que você quer? Você acha que o mundo vai mesmo ficar de braços cruzados vendo o Brasil fazer churrasquinho da Amazônia? Pois então, vamos agir, enquanto é tempo, antes que sejamos obrigados, envergonhados, a sofrer sanções internacionais hoje inimagináveis. Vamos enviar o boi de volta para o zoológico e para o presépio, de onde jamais deveria ter saído.

* João Meirelles Filho é autor do Livro de Ouro da Amazônia (3a edição, Ediouro, Rio de Janeiro 2.004)

Crédito de imagem: JS Nature fotos

Leia tudo o que a imprensa publica sobre a Amazônia no blog Amazônia na Mídia: http://amazonianamidia.blogspot.com

Fonte: Envolverde Revista Digital (http

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Russo tinha árvore crescendo no pulmão !!!


Um russo de 28 anos foi ao médico por ter dores persistentes no peito e sangrar quando tossia. Os médicos descobriram-lhe uma árvore de cinco centímetros a crescer dentro do pulmão.


Os médicos de Artyom Sidorkin suspeitavam de que o seu paciente pudesse ter cancro nos pulmões, mas durante uma biópsia para detectar o que acreditavam ser um tumor maligno, descobriram uma árvore a crescer-lhe no pulmão.

“Komsomolskaya Pravda”, Sidorkin foi tratado nas urgências do hospital de Izhevsk, na Rússia Central. Vladimir Kamashev, o médico que analisou a biópsia do paciente, citado pelo jornal espanhol “ABC”, disse que “pensou que estava a ter visões” e depois chamou o seu ajudante para que “desse uma vista de olhos” nas imagens.

Acredita-se que Sidorkin tenha inalado uma semente de pinheiro que lhe começou a crescer no peito, provocando os sintomas. O sangue que Artyom Sidorkin tossia não era de um tumor maligno, mas de lesões provocadas pelas agulhas das folhas de um pinheiro

Fonte: marinhosilva1961@ig.com.br

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Alimentação - Prazer x Compulsão


Um fato é certo: quando estamos em paz esquecemos de comer e de sentir fome. A felicidade que vem do equilíbrio e da paz, nos coloca num estado vibracional tão mágico, que não precisamos comer. A sensação é de que a plenitude da paz nos nutre muito mais que qualquer alimento "físico".


Neste estado, compare-se com uma criança, que feliz, cheia de vida e intensidade, não sente a menor vontade de comer. Não é verdade? Os pais é que ficam lá, azucrinando a criança, tentando aborrecê-la, distraí-la para que sinta necessidade de comer.

Se os pais deixarem aquela criança comer só quando sentir sua verdadeira necessidade, terão a experiência de vê-la comendo com real PRAZER.

Bem isso é uma longa conversa, e muito provavelmente, é a causa porque existem tantas pessoas onde a compulsão por comida é uma realidade, um problema.

Fácil de perceber, alimentar-se por uma demanda de compulsão é um "comer" com insaciedade, com gula, um comer até acabar o pote, o pacote, a panela. Segundo o Aurélio, comer significa colocar qualquer coisa goela abaixo. Diferente de alimentar-se que significa nutrir-se.

Ah! Muita culpa, muita indigestão (inclusive dos pensamentos), muito mau-estar. O corpo todo fica arrebentado, ultrajado. Um exagero, um absurdo, um tsunami passou pela sua despensa ou geladeira.

É, a compulsão alimentar é um distúrbio de comportamento em que a pessoa "come" em excesso, de forma descontrolada, muitas vezes sem perceber e SENTIR O SABOR do alimento. Muita ansiedade, ausência de PRESENÇA e de PRAZER.

A mente se torna obcecada por comida. O emocional acredita que vai tapar "buracos" com comida. São desejos: por açúcar, sorvete, chocolate, pipoca, biscoito, fritura, enfim ... termina um desejo, começa outro.

Sintomático deste comportamento é alterar períodos quando o compulsivo perde o controle diante da alimentação com períodos de dieta sofriiiiiiiiida. Vai uma tortura aí?

O comedor compulsivo é semelhante ao alcoólatra. Comemora comendo quando está alegre, e se entope de comida quando está triste, para esquecer.

Assim, ao contrário do que se pensa, a cura não virá com dietas ou controle alimentar. Neste caso, as dietas para emagrecer são entendidas pelo corpo como escassez de alimentos. Então, o organismo começa a armazenar tudo o que é ingerido. Ao mesmo tempo, envia sinais de que precisa de mais comida. Ou seja, engordar é natural.

O primeiro passo para resolver tal problema, ou seja, romper com esta dinâmica que é orgânica e emocional (mão dupla) é eliminar a culpa por comer. Aliás, culpa é toxina psico-emocional, como também um gerador de toxina orgânica.

O segundo passo é no momento da compulsão fazer uso de sucos, lanches ou sopas desintoxicantes, que nutrem, causam rápida saciedade, mas ativam os canais de excreção.

Excretar o que? Tudo o que precisa ser excretado. Idéias, conceitos, lixos orgânicos, emocionais, mentais, etc. É algo como quando vem a enxurrada e você escancara o ralo. Deixa sair todo o mal que vier. Então, vem a ansiedade e você deixa o corpo limpo e leve - descarregado - para poder serenar.

O terceiro passo é, a partir do corpo sendo diariamente esvaziado dos seus lixos, a pessoa começar a identificar as suas verdadeiras necessidades (auto-conhecimento) e colocar a ação adequada para viabilizar uma futura colheita. Lei do karma: você só poderá colher se plantar e preparar o solo.

O grande termômetro da cura é quando a pessoa começa a diferenciar a fome por PRAZER de nutrir-se, da fome para abafar seus desconfortos emocionais, como a ansiedade (falta de fé), as falsas expectativas (preguiça de semear, de antenar e cair na real), as frustrações (preguiça de meditar, discernir, pensar e planejar) e os medos (preguiça de aventurar e crescer).

Ah! Dentro das falsas expectativas, é muito importante adequar a sua imagem corporal a padrões realistas e assumir que talvez não seja possível ser tão Gisele Bundchen quanto se deseja.

Finalizando, a Alimentação Desintoxicante pode ser uma excelente ferramenta pois ela é muito prática de realizar, ativa rapidamente o sistema imunológico e a saúde, como também dá excelente suporte ao propósito de sair da Compulsão Alimentar e adentrar no Prazer do equilíbrio emocional = Paz.

Veja como iniciar sua prática lendo sobre Alimentação Desintoxicante e O poder de cura do Limão.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.

Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e fonte.

Este texto faz parte do livro Alimentação Desintoxicante - editora Alaúde. Recomenda-se a sua leitura na íntegra, o que possibilitará a prática desta filosofia de vida com consciência e responsabilidade.

Fonte: Conceicao Trucon - Alimentação Desintoxicante

Lendas Urbanas VI - Vila Velha/PR


ltacueretaba, antigo nome do local onde hoje conhecemos por Vila Velha, significa "cidade extinta de pedras". Este recanto foi escolhido pelos primitivos habitantes para ser Abaretama, "terra dos homens", onde esconderiam o precioso tesouro Itainhareru.

Tendo a proteção de Tupã, era cuidadosamente vigiado pelos Apiabas, varões escolhidos entre os melhores homens de todas as tribos.

Os Apiabas desfrutavam, de todas as regalias, porém, era-lhes vedado o contato com as mulheres. A tradição dizia que as mulheres, estando de posse do segredo de Abaretama, revelariam aos quatro ventos e, chegando a notícia aos ouvidos do inimigo, estes tomariam o tesouro para si.



Se o tesouro fosse perdido, Tupã deixaria de resguardar o seu povo e lançaria sobre ele as maiores desgraças. Dhui (Luís), fora escolhido chefe supremo dos Apiabas, entretanto, não desejava seguir esse destino, pois se tratava de um chunharapixara (mulherengo).

As tribos rivais, ao terem conhecimento do fato, escolheram a bela Aracê Poranga (aurora da manhã), para tentar seduzir o jovem guerreiro e tomar-lhe o segredo do tesouro. A escolhida logo conquistou o coração de Dhui. Numa tarde primaveril, Aracê veio ao encontro de Dhui trazendo uma taça de Uirucur (licor do butiás), para embebedá-lo.

No entanto, o amor já havia tomado conta de seu coração não conseguindo assim completar a traição. Decidiu então, tomar a bebida junto com seu amado, e os dois se amaram a sombra de um ipê. Tupã logo descobriu a traição do seu guerreiro e furioso provocou um terremoto sobre toda a região.



A antiga planície fora transformada em um conjunto de suaves colinas. Abaretama, transformou-se em pedra, o solo rasgou-se em alguns pontos, dando origem as Furnas, o precioso tesouro fora derretido formando a Lagoa Dourada. Os dois amantes ficaram petrificados e entre os dois a taça ficou como o símbolo da traição. Diz a lenda, que as pessoas mais sensíveis a natureza e ao amor, quando ali passam ouvem a última frase de Aracê: xê pocê o quê (dormirei contigo).

Fonte: www.pontagrossa.gov.br

Lendas Urbanas V - Corina Portugal


Lenda de Corina Portugal

Em 1866 Corina Portugal , uma linda moça muito religiosa , veio do Rio de Janeiro para Ponta Grossa com o seu pai , que gostava de jogar . Um certo dia este senhor ficou endividado e vendeu a sua filha para um homem chamado Alfredo Campos . Assim Corina foi obrigada a casar – se com este rapaz .

Porém este moço era bêbado , viciado em jogo e muito violento com sua esposa . Mas , apesar dos problemas , Corina ajudava as pessoas através das orações e muita gente afirmava que ela tinha poderes sobrenaturais .

Quando esta jovem ficou grávida , criaturas malvadas mentiram para Alfredo que a criança não era dele . Como este homem tinha a cabeça fraca , ele acreditou nos falsos boatos e matou sua mulher com 32 duas facadas .

Deste jeito a moça foi enterrada no antigo cemitério São João de Ponta Grossa . Diz a lenda que Maria , uma outra jovem que sofria violência doméstica , foi rezar no túmulo de Corina dias depois de sua morte . No dia seguinte , o seu marido parou de beber e tornou – se uma pessoa boa . A partir daquele dia várias mulheres , que eram torturadas pelos companheiros , foram ao túmulo de Corina para pedirem milagres .

Vários anos se passaram e um prefeito chamado Vicente Bittencourt mandou alguns funcionários retirarem corpos do antigo cemitério São João para a abertura de uma rua . Quando estes operários estavam escavando os ossos , eles encontraram o corpo de Corina Portugal intacto e seu semblante parecia o rosto de uma santa . Então estes funcionários chamaram um padre , que pediu para que os trabalhadores ficassem quietos. Porém , como são poucas as criaturas que sabem guardar segredos , o povo logo soube da novidade .

Desta maneira o corpo da santa foi transferido para o cemitério São José , onde seu túmulo é muito visitado nos dias de finados .

Lendas Ubanas IV - A Casa do Senhor Herman


Toda criança ao ver uma casa que está à algum tempo fechada logo percebe que algo de estranho acontece nela. Mas como as crianças são muito curiosas elas buscam ir atrás de fatos e acontecimentos.

Certo dia, dois amigos estão jogando bola e um deles consegue jogar a bola dentro de uma casa que estava a muito tempo vazia. Então um dos meninos chamado Victor decide ir até a casa onde seu amigo Pedro jogou sua bola.

Muito inspirado e motivado ele passa pelo vão aberto entre a grade e dirige-se até o local onde encontrava-se a bola. Esse lugar dava arrepios em Victor e ele sabia que coisa boa não tinha lá. Segundo histórias contadas pelo seu avô João, que disse que nessa casa morou uma família muito estranha de atos completamente sombrios e que o chefe da família havia matado todos de um jeito muito macabro. Ele matou todos e arrancou suas cabeças e as pendurou como se fosse animais caçados.

Pois bem, Victor então resolve arriscar e decididamente acha aquilo uma grande besteira de gente que não tem o que fazer e inventa história sobre a vida dos outros.
Victor pega uma pedra e bate no vidro para ver o que tinha de tão perigoso naquela casa. Já com sua bola e não satisfeito entra na casa e começa a andar. Ele já tinha percorrido toda casa e quando posiciona-se para ir embora ele percebe que realmente tinha algo de errado. Victor resolve ir até a sala que ele não tinha ido e, ao entrar, seu coração começa a bater mais forte como se algo fosse acontecer.

Victor reúne toda sua força e coragem e entra na sala. O garoto pára e sem conseguir dar uma palavra ou até mesmo pensar ele olhar para os lados e vê o que realmente aconteceu ali naquela casa. Com a parede rodeada de cabeças ele só pensava em sair dali correndo, mas algo pior ainda ia acontecer. Na parede estavam as cabeças de todos os membros da família, menos a do senhor Herman. Suas pernas ficaram bambas e seus olhos estatelados para fora a procura daquele que faltava.
Decidiu então correr, mas já era tarde. Um homem com à aparência horrível, olhos fundos, dentes podres, nariz para dentro e com um cheiro insuportável aproximava-se com uma foice na mão.

Victor, então, desapareceu e até hoje sua família embora tenha se mudado daquela cidadizinha do interior ainda tem esperanças de vê-lo novamente.
Sua bola foi vista no jardim da casa do senhor Herman mas todos duvidam que ele tenha entrado lá. Victor desapareceu em uma quinta-feira, dia 31 de agosto de 1943.

Lendas Urbanas III - O médico psicopata


Essa história é um relato de duas mulheres, que ocorreu em Curitiba, mas ninguém sabe até que ponto é verdadeira.

Uma mãe estava fazendo compras com o seu filho, e, de repente a criança desapareceu.
Então, ela avisou a administração do estabelecimento. Assim, o gerente decidiu que ninguém deveria entrar e que ninguém deveria sair.
Depois de meia hora de confusão, o telefone celular de um cliente vestido de médico, que estava com uma maleta, tocou e ele falou ao gerente:
- Eu sou médico e tenho que fazer uma cirurgia de emergência! Por favor, me deixem sair!
Deste jeito, a administração liberou a saída do homem.
Depois, de meia hora de transtorno, um açougueiro achou o corpo da criança desaparecida dentro do frigorífico do mercado, sem os rins.

Uma senhora de idade estava fazendo compras com a sua neta pequena. Quando, de repente, a menina desapareceu.
Então, o gerente fechou o estabelecimento com todas as pessoas dentro. Mas, um rapaz vestido de médico, alegou que precisava fazer um parto de emergência e foi liberado. Meia hora depois, uma funcionária achou a menina morta, sem os rins, dentro de uma caixa no depósito.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O que é o Santo Daime?



O Santo Daime é um culto cristão surgido no estado brasileiro do Acre, no início do século XX. Seu fundador foi Raimundo Irineu Serra, chamado por seus contemporâneos de Padrinho Irineu e por seus seguidores de hoje de Mestre Irineu.



O Santo Daime reúne elementos cristãos, da tradição espírita européia, indígenas e africanos num culto que conta também com a ingestão de uma bebida feita a partir dos mesmos elementos constituintes da ayahuasca, bebida sagrada utilizada pelos incas antes da chegada dos espanhóis à América e por várias tribos da região amazônica, mas com um feitio distinto do daquela.

Atualmente, estima-se em cerca de 10.000 o número de seguidores da doutrina no Brasil e no mundo. Há igrejas legalmente instituídas em quase todos os estados brasileiros e em países como Espanha e Holanda, além de grupos que celebram os cultos da doutrina em países como Estados Unidos, Japão, Argentina, Chile, Uruguai, Venezuela(Ilha Marguerita) e Portugal.

Reportagem rede globo sobre o assunto:


O Fundador



O Santo Daime foi fundado por um homem saído do povo. Raimundo Irineu Serra, Mestre Irineu como é chamado pelos seguidores do culto, era negro, neto de escravos, nascido na cidade maranhense de São Vicente de Férrer em 15 de dezembro de 1892, filho de Sancho Martinho Serra e Joana Assunção Serra, primogênito de uma família de cinco irmãos (Dico, Verônica, Maria e Nhá Dica).

Foi para o Acre a fim de trabalhar na demarcação de fronteiras, também atuou em seringais da região e na Guarda Nacional. Ali, na Amazônia, do alto de seu 1,98m, conheceu a ayahuasca em solo peruano, das mãos de um caboclo chamado Don Pizango. Segundo narra a tradição daimista, ele teve uma visão com a Virgem da Conceição, a Rainha da Floresta, que lhe "entregou" a doutrina do Santo Daime.

Mestre Irineu foi concebendo (ou "recebendo" para usar um termo daimista) a doutrina do Santo Daime durante alguns anos, submentendo-se a diversas provações de sua fé, tornando-se um exemplo de humildade, de amor ao próximo e de prática de princípios cristãos, tendo sido admirado em toda a Rio Branco de seu tempo.

A admiração de que gozava o Padrinho Irineu ia desde gente simples que vivia nos igarapés e nas colônias ao redor de Rio Branco até autoridades civis e militares.
Juramidam, nome espiritual que recebe, deixou um legado de trabalho, força, fé e esperança. Mestre Irineu foi o fundador do CICLU- Centro de Iluminação Cristã "Luz Universal" em que se sagrou Mestre-Imperador.

Ainda vivo, viu surgir outros trabalhos religiosos que se utilizam da ayahuasca, como é o caso da Barquinha. Após sua morte, em 6 de julho de 1971, aconteceram dissidências no CICLU e várias igrejas se formaram a partir daí, no Grande Cisma.

O Culto

A liturgia daimista consiste em três tipos básicos de trabalho: concentração, festejos (também conhecidos como bailados) e feitio, e em todos se comunga do Santo Daime.

Nas concentrações realiza-se um trabalho de auto-conhecimento e aprendizagem através das mirações, visões alcançadas através da fé de cada participante e da bebida sagrada.

A revista Galileu, na reportagem A hora do chá, visita as diversas correntes que se utilizam da ayahuasca.

Concentração

Cerimônia religiosa do Santo Daime, conhecida como o culto daimista por excelência, já que os festejos, como o próprio nome diz, são festas, celebrações.
As concentrações costumam ser realizadas por convenção todos os dias 15 e 30 de cada mês nas igrejas daimistas; contudo, também por convenção ou conveniência de cada igreja, em alguns centros são realizadas em outros dias (finais de semana alternados, por exemplo).

São duas as liturgias da Concentração daimista, mas em ambas toma-se o Daime, fecha-se os olhos e permanece-se em silêncio entre aproximadamente uma e duas horas, canta-se um conjunto de hinos conhecido como "Hinos novos" ou "Cruzeirinho", rezam-se Pai-Nossos Ave-Marias e Salve-Rainhas e está encerrado o trabalho (Alto Santo); no Cefluris, inicia-se o trabalho com a chamada Oração, conjunto de hinos do Pad. Sebastião, Pad. Alfredo e Mad. Nonata (filhos do Pad. Sebastião).

Festejos

Um dos tipos de trabalho que constituem a liturgia do Santo Daime. Neles ocorre o bailado, ao som de maracás e outros instrumentos.


Na imagem acima, reproduzida de reportagem da revista Galileu, vê-se a disposição dos fardados e fardadas dentro da igreja durante o bailado, à maneira como é realizada nas igrejas do Cefluris ou alinhadas ao trabalho dessa instituição.

Algumas datas "festejadas" pelo Santo Daime são:
• Dia de São José;
• Dia de São João;
• Dia de Todos os Santos;
• Dia dos Pais;
• Dia das Mães;
• Dia de Nossa Senhora da Conceição;
• Natal;
• Dia de Reis;
• Aniversário do Mestre Irineu;
• Aniversário do Sr. Leôncio Gomes da Silva, entre outras.

Feitio

O feitio é cerimônia ritual em que se produz a bebida enteógena utilizada no culto do Santo Daime. As duas plantas com que é preparado o santo daime são:



• O banisteriopsis caapi, conhecido popularmente como jagube, mariri, entre outras denominações, e

• A psicotria viridis, popularmente rainha ou chacrona.

O jagube é batido com marrretas de madeira, e depois de as folhas do arbusto rainha haverem sido limpas, os dois são cozidos em água.Esse primeiro cozimento é retirado e colocado em outra panela com uma nova quantidade de jagube e rainha. Após esse segundo cozimento está pronto o daime.




Feitio: No feitio os homens batem o jagube, e cuidam de seu cozimento; as mulheres, cuidam das folhas. Foto do feitio realizado no I Encontro das Igrejas Daimistras Latino-Americanas + África do Sul, realizado em Florianópolis, em janeiro de 2007, no Céu do Patriarca. Extraídas de http://www.lepomar.blogspot.com/

Hinários

Doutrina cantada, o Santo Daime conta hoje com mais de 80 hinários, segundo a "hinarioteca" daimista. Os principais são "O Cruzeiro", do Mestre fundador da doutrina, e outros quatro hinários, conhecidos como "os quatro falecidos", "hinário dos finados" ou, ainda, "hinário dos mortos":

• Vós Sois Baliza, de Germano Guilherme;
• Seis de Janeiro, de João Pereira;
• O Amor Divino, de Antônio Gomes;
• O Mensageiro, de Maria Marques "Damião".

Cada igreja, entretanto, possui, além desses, seu(s) próprio(s) hinário(s) oficiais.


Primeiros Seguidores

Os primeiros seguidores de Mestre Irineu no início de sua caminhada no Santo Daime eram pessoas que chegavam em procura de cura para doenças - doenças físicas e espirituais.

No ínicio eram bem poucos, e o próprio Mestre costumava dizer que "quanto menos somos, melhor passamos". Dizia também que "o Daime é para todos, mas nem todos são para o Daime", o que explica que tanta gente tenha chegado sem ter se incorporado às fileiras daimistas.

Várias são as pessoas que merecem nota entre os primeiros seguidores. Por questão de justiça vale lembrar além dos nomes dos quatro irmãos que integram a base doutrinária daimista, melhor descritos abaixo, os nomes de Chico Granjeiro, Francisco Fernandes Filho (Tetéu), Leôncio Gomes, Percília Mattos da Silva, entre outros.

Germano Guilherme

Foi um dos primeiros adeptos do culto do Santo Daime. Viveu no Acre e possui um dos cinco hinários tidos, ao lado da Bíblia, como base da doutrina Daimista. Era extremamente zeloso de seus hinos, tinha verdadeiro ciúme com eles. Não permitia que as pessoas os tivessem copiados em caderno. Quem quisesse cantar seu hinário deveria sabê-lo de memória.

Àqueles que o procuravam querendo aprendê-lo dizia que fossem até sua casa, onde ensinava um grupo de hinos, depois que a pessoa aprendesse aquele primeiro grupo, ensinava mais um pouco e assim sucessivamente.

Antes de falecer, não incubiu a ninguém a zeladoria de seu hinário. Pediu a Mestre Irineu que cuidasse de seu hinário. Tempos depois de sua morte o senhor Luís Mendes disse ao Mestre que Germano Guilherme lhe aparecera em visão e que lhe atribuíra a zeladoria do hinário. O Mestre nada disse a respeito.

Maria "Marques" Damião

Maria Vieira Marques foi uma das primeiras seguidoras do Santo Daime. É conhecida como Maria Damião, pois assim se chamava seu esposo. Seu hinário "O Mensageiro" compõe a lista dos cinco que, ao lado da Bíblia, compõe a base doutrinária daimista.

João Pereira

Viveu no Acre e possui um dos cinco hinários tidos, ao lado da Bíblia, como base da doutrina Daimista. O hinário deixado por ele chama-se "Seis de Janeiro". O responsável por seu hinário, encarregado por ele ainda em vida, foi o sr. Luís Mendes, que transferiu a "zeladoria do hinário" a seu filho, o sr. Saturnino Mendes.

Antônio Gomes

Também foi um dos primeiros a chegarem ao trabalho espiritual fundado por Raimundo Irineu Serra. Viveu no Acre e possui um dos cinco hinários tidos, ao lado da Bíblia, como base da doutrina Daimista. O hinário deixado por ele chama-se "O Amor Divino".

O Cisma

Quando faleceu, em 6 de julho de 1971, a sua igreja, o CICLU - Centro de Iluminação Cristã Luz Universal, era presidida por Leôncio Gomes da Silva. O senhor Leôncio adoeceu e transferiu a presidência a seu assessor Francisco Fernandes Filho, conhecido como Tetéu.

Com o falecimento de seu Leôncio, conseqüente de sua doença, houve um cisma no CICLU, que ficou sob o comando da viúva de Mestre Irineu, Dona Pirigrina Gomes Serra. Outras igrejas foram fundadas no bairro do Alto Santo, onde está localizado o CICLU, pelos que se opunham à legitimidade de sucessão de Dona Pirigrina.

Hoje ali há cerca de 5 igrejas, a grande maioria oriunda daquela cisão. Fruto também desse Cisma, numa colônia nos arredores de Rio Branco, a Colônia 5000, Sebastião Mota de Mello, conhecido no meio daimista por Padrinho Sebastião, fundou o CEFLURIS - Centro Eclético da Fluente Luz Universal "Raimundo Irineu Serra".

As Igrejas

Atualmente são inúmeras as igrejas de Santo Daime no Brasil e no mundo. Em quase todos os estados da federação brasileira encontra-se igrejas, centros e "pontos", pequenos grupos que comum desinstitucionalizadamente da bebida sagrada. O Santo Daime, ao contrário de outras igrejas, não possui uma autoridade central.

Cada igreja possui seu responsável e, caso a igreja possua filiais, o responsável pela matriz passa a ser a autoridade central daquele núcleo e suas células. A liturgia daimista originalmente concebida por Mestre Irineu passou por algumas transformações em algumas igrejas, o que hoje permite reuni-las (não separá-las) em dois grupos:

Centros de Iluminação Cristã

Igrejas alinhadas ao programa litúrgico original de Mestre Irineu, conhecidas no meio daimista como "Alto Santo", menção ao bairro riobranquense onde está o CICLU, igreja que foi presidida pelo Mestre-fundador, que testemunhou seu legado litúrgico quando de seu falecimento. Em tais igrejas, a liturgia original deixada por Mestre Irineu e a comunhão soberana do Santo Daime (ayahuasca) como sacramento se dá sob princípios exclusivamente cristãos.

Centros Ecléticos

Igrejas alinhadas ao programa litúrgico concebido pelo Padrinho Sebastião Mota de Melo e conduzido por seu filho e sucessor, o Padrinho Alfredo Gregório de Mello, no qual a comunhão do Santo Daime como sacramento soberano se dá sob princípios cristãos, de religiões orientais e abarca elementos da Umbanda em alguns trabalhos.

Legalidade do Santo Daime

A partir da década de 80, devido a movimento expansivo do Santo Daime ocorrido na década de 70, várias foram as iniciativas governamentais no sentido de dar a conhecer a legitimidade e a legalidade do uso religioso da ayahuasca/santo daime:

• 1982 - Nos momentos finais da ditadura no Brasil, uma Comissão formada por médicos, antropólogos, psicólogos, representantes do Ministério da Justiça, Polícia Federal e Exército, visitaram comunidades daimistas na Amazônia.

• 1984 - O CONFEN - Conselho Federal de Entorpecentes, órgão do Ministério da Justiça, cria uma Comissão de Trabalho para estudar o uso ritual do ayahuasca.
• 1985 e 1986 - Visitias da Comissão de Trabalho do CONFEN a comunidades usuárias. Confirmação de pareceres positivos de outras Comissões.

• 1987 - Conclusão da Comissão de Trabalho sobre o uso ritual da ayahuasca/Santo Daime que verificou que "os rituais religiosos realizados com a bebida sacramental Santo Daime/Ahyauasca não traziam prejuízos à vida social e sim, contribuiam para a sua maior integração, sendo notório os benefícios testemunhados pelos membros dos grupos religiosos usuários"

• ---- - Divulgação de resultado de pesquisas farmacológicas e psico-sociais que comprovaram a inexistências de riscos de adição e dependência no uso da ayahuasca em contexto ritual.

• 1991/1992 - Implantação de nova Comissão que realiza novos estudos e visitas às principais entidades ayahuasqueiras e daimistas. O CONFEN posiciona-se pelo acompanhamento do uso ritual da bebida, sem nenhuma orientação proibicionista.

• 2004 - O CONAD - Comissão Nacional Anti-Drogas, atual órgão do Ministério da Justiça brasileiro, após dezoito anos de espera da comunidade daimista, reconhece a legitimidade do uso religioso da ayahuasca e a legalidade de sua prática.

Receita II - Chapéus de Shiitake ao curry.


Dica: Tente usar especiarias cozidas para obter um recheio gostoso.


Ingredientes:

8 cogumelos Shiitake grandes
(opcional - 5 cogumelos Chanterelles grandes)
1/2 copo de curry
1 copo de sementes de abóbora
1 copo de sementes de girassol
1 cebola verde grande
1/2 pimenta Jalapeno fatiada
1 dente médio de alho
1 copo de suco de laranja + sumo da casca
1 tomate médio
1/3 de uma cebola roxa grande
1 colher de sopa de molho de soja




Modo de Preparo:
Passo 1.

Nós estamos usando 8 grandes cogumelos de Shiitake com as hastes removidas. Comece derramando o 1/3 do copo do molho cru de soja em um prato pequeno. Então tome as partes superiores do cogumelo e passe-as no molho. Cubra-as completamente e ajuste-as então de lado em um prato limpo. Em seguida nós estamos indo fazer nosso patê. Em um bom misturador, adicione as sementes de abóbora e as sementes de girassol no misturador. Em seguida, adicione o curry fresco.

Passo 2.

Adicione a pimenta, alho, suco de laranja + o sumo, cebola verde e o tomate no misturador. Coloque o triturador no giro médio. Use uma espátula para guiar o nosso patê para o centro do misturador.

Passo 3.

Adicionamos agora o molho cru de soja que foi usado para embeber mais cedo os chapéus. Derrame-a dentro. Adicione a cebola roxa e a salsa e aumente a frequência do giro. É isso. Deixe agora o material.

Passo 4.

Tenha seus chapéus de "cabeça para baixo" e recheie os chapéus com o paté de curry que você fez.

(opcional) Passo 5.

Agora corte seu Chanterelles e coloque-os no recheio e adicione-o ao centro do prato. Acima dele adicione um pouco do patê de curry.

Voilà!

Fonte: usuário P4ulada forum teonanacatl