quinta-feira, 2 de abril de 2009

Fotos?









Negativo! Tratam-se de pinturas em óleo sobre tela de Max Ferguson. Confira o site do artista. Clique aqui!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

As 10 drogas mais potentes do mundo

Um estudo liderado pelo professor David Nutt, da Universidade de Bristol, Inglaterra, analisou 20 drogas ilícitas e lícitas e as classificou numa escala do nível de dependência, efeitos no organismo e interação social.

1º. Heroína:



A heroína, ou diacetilmorfina, é uma droga opióide natural ou sintética, produzida e derivada do ópio, que é extraído da cápsula (fruto) de algumas espécies de papoula.
Foi usada enquanto fármaco de 1898 até 1910, ironicamente (uma vez que é muito mais aditiva), no tratamento de dependentes de ópio e também como antitússico para crianças. A heroína foi proibida nos países ocidentais no início do século XX devido aos comportamentos violentos que estimulava nos seus consumidores. Em forma líquida, ela é usada com uma seringa, que injeta a droga direto nas veias, mas também pode ser inalada.

2º. Cocaína:



É classificada uma droga alcalóide, derivada do arbusto Erythroxylum coca Lamarck, estimulante com alto poder de causar dependência. Seu uso continuado, pode levar a dependência, hipertensão arterial e distúrbios psiquiátricos. Em forma de pó, a droga pode ser consumida de várias formas, mas o modo mais comum é pela aspiração. Em 1863, o químico Angelo Mariani desenvolveu o vinho Mariani, uma infusão alcoólica de folhas de coca, que chegou a ser muito apreciado pelo Papa Leão XIII, que inclusive premiou Mariani com uma medalha. A Coca-Cola seria inventada em parte como tentativa de competição dos comerciantes americanos com o vinho Mariani importado da Itália. Segundo rumores, o refrigerante continuaria desde a sua invenção até 1903 a incluír cocaína nos seus ingredientes, e os seus efeitos foram sem dúvida determinantes do poder atrativo inicial da bebida (ou seja, eles viciaram quem tomava coca-cola). Em 1885 a companhia americana Park Davis vendia livremente cocaína em cigarros, pó ou liquido injetável sob o lema de “substituir a comida; tornar os covardes corajosos, os silenciosos eloqüentes e os sofredores insensíveis à dor”. Apesar do entusiasmo, os efeitos negativos da cocaína acabaram por ser descobertos.

3º. Barbitúricos:



Barbitúricos são sedativos e calmantes. São usados em remédios para dor de cabeça, para hipnose, para epilepsia, controle de úlceras pépticas, pressão sanguínea alta, para dormir. Nos primeiros anos de uso dos barbitúricos não se sabia que poderia causar dependência, mas já havia inúmeras pessoas dependentes. Hoje há normas e leis que dificultam uma pessoa a obter esse composto. Os barbitúricos provocam dependência física e psicológica, diminuição em várias áreas do cérebro, depressão na respiração e no sistema nervoso central, depressão na medula, depressão do centro do hipotálamo, vertigem, redução da urina, espasmo da laringe, crise de soluço, sedação, alteração motora.

4º. Metadona (Ópio):



O ópio (do grego ópion, “suco de papoula”, pelo latim opiu) é um suco espesso que se extrai dos frutos imaturos (cápsulas) de várias espécies de papoulas soníferas, e que é utilizada como narcótico.

O uso do ópio mascado ou fumado, que se espalhou no Oriente, provoca euforia, seguida de um sono onírico; o uso repetido conduz ao hábito, à dependência química, e a seguir a uma decadência física e intelectual, uma vez que é efetivamente uma droga destruidora do organismo. Para se fumar o ópio, utiliza-se um cachimbo especial, com uma haste de bambu e um fornilho de barro, e os seus adeptos seguem um verdadeiro ritual. Pode ser utilizado ainda, como comprimido, supositórios, etc.

5º. Álcool:



A bebida alcoólica pode ser considerada como a droga mais vendida no planeta, e o alcoolismo, dela decorrente, é um sério problema de saúde pública mundial. Pesquisas recentes sobre os efeitos do álcool no cérebro de adolescentes mostram que essa substância, consumida num padrão considerado nocivo, afeta as regiões responsáveis por habilidades como memória, aprendizado, autocontrole e principalmente a motivação. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estudos apontam que o “consumo baixo ou moderado de álcool” resulta em uma redução no risco de doenças coronárias. Porém, a OMS adverte que “outros riscos para a saúde e o coração associados ao álcool não favorecem uma recomendação geral de seu uso”. Foi comprovado que o consumo moderado de álcool está associado a um maior risco de doença de Alzheimer e outras doenças senis, angina no peito, fraturas e osteoporose, diabetes, úlcera duodenal, cálculo biliar, hepatite A, linfomas, pedras nos rins, síndrome metabólica, câncer no pâncreas, doença de Parkinson, artrite reumática e gastrite.


6º. Cetamina:



O cloridrato de cetamina é uma droga dissociativa usada para fins de anestesia, com efeito hipnótico e características analgésicas. Conhecido remédio para cavalo, é consumida por conter efeitos psicotrópicos, os quais vão de um estado de leve embriaguez até a sensação de desprendimento da alma em relação ao corpo. Pode ser inalada, engolida ou injetada direto nas veias sanguíneas. Essa droga aumenta a resistência vascular pulmonar que em pessoas com DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), comum em fumantes e bronquíticos, e se utilizado por essas pessoas pode precipitar uma insuficiência cardíaca direita. Também aumenta a pressão arterial e o consumo de oxigênio pelo coração, podendo levar a um infarto fulminante do miocárdio.


7º. Benzodiazepinas:



Pertencente ao grupo de fármacos ansiolíticos, esta droga é usada no tratamento sintomático da ansiedade e insônia. A benzodiazepina vem em forma de comprimido e seu uso causa dependência psicológica e física, dependente da dosagem e duração do tratamento. A dependência física estabelece-se após 6 semanas de uso, mesmo que moderado. Os problemas de dependência e abstinência são comparáveis aos de outras substâncias que causam depêndencia, tendo-se transformado, nos países aonde há um uso mais generalizado, num problema de saúde pública, que só agora começa a ser reconhecido na sua verdadeira escala.


8º. Anfetamina:



Em estado puro, as anfetaminas têm a forma de cristais amarelados, com sabor intragavelmente amargo. Geralmente ingeridas por via oral em cápsulas ou comprimidos de cinco miligramas, as anfetaminas também podem ser consumidas por via intravenosa (diluídas em água destilada) ou ainda aspiradas na forma de pó, igual a cocaína. Nas últimas décadas, a anfetamina tem sido usada em massa em tratamentos para emagrecer, já que a droga é temporariamente eficaz na supressão do apetite. No entanto, conforme o tempo passa, o organismo desenvolve tolerância à anfetamina e torna-se necessário aumentar cada vez mais as doses para se conseguir os mesmos efeitos, o que pode fazer com que o apetite desapareça e torne o usuário anoréxico. Ao contrário do que os médicos pensavam quando se começou a utilizar a anfetamina, a droga não causa dependência física, mas psicológica, podendo chegar a tal ponto em que o abandono de seu uso torna-se praticamente impossível.

9º. Tabaco:



O tabaco é nome comum dado às plantas do género Nicotiana L. (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul da qual é extraída a substância chamada nicotina.

Fumante compulsivo
O usuário da nicotina, presente no cigarro, charuto, cachimbo e rapé, aumenta a probabilidade de ocorrência de algumas doenças, como por exemplo infarto do miocárdio, bronquite crônica, infisema pulmonar, derrame cerebral , úlcera digestiva, etc. Após uma tragada, a nicotina é absorvida pelos pulmões chegando ao cérebro geralmente em 9 segundos. Os efeitos são uma leve estimulação do cérebro e diminuição do apetite. Não há, na realidade nenhum efeito mais intenso ou importante. No entanto, o cigarro tem um potencial muito grande de provocar câncer, já que o fumo contém cerca de 80 substâncias cancerígenas. Há também estudos mostrando que as pessoas que fumam entre um e dois maços de cigarros por dia vivem cerca de 8 anos menos do que aqueles que não fumam.

10º. Buprenorfina:



A droga é derivada da heroína e serve como substituta para os usuários de ópio e heroína que já estão viciados e completamente destruídos pela droga. Vem fazer com que o adicto não sinta a ressaca da abstinência tão violentamente e que, a médio prazo, lide de forma mais saudável com o fim do vício pelo ópio ou por heroína. Este medicamento de substituição tem revelado bons resultados e funciona da seguinte maneira: no começo usa-se uma dosagem de acordo com os consumos do viciado em heroína, que vai sendo vigiada e reduzida lentamente até 0 miligramas, conforme o paciente não sinta mais a necessidade dos opiácios (morfina e heroína).

terça-feira, 31 de março de 2009

Engenheiros criam carro movido a lixo


Um grupo de engenheiros da Califórnia (EUA) se inspirou numa tecnologia que já era usada na Segunda Guerra Mundial para criar um carro movido a lixo. Com uma série de componentes eletrônicos e computadores, eles estão construindo o que pode ser considerado com o automóvel do futuro. O nome da tecnologia é gaseificação.

Um forno colocado na mala do carro queima o lixo e extrai dele o máximo possível de vapor. O gás percorre os tubos e quando chega ao carburador tem o mesmo efeito da gasolina ou de qualquer outro combustível.

Com a ajuda de um maçarico, o gasificador é acesso e o combustível, que na verdade é lixo, é colocado. Depois de algumas tentativas, o carro ganha movimento.

Além de aproveitar o que aparentemente não servia para nada, o carro movido a lixo ajuda a combater o efeito estufa. O que sobra depois da queima do combustível é carbono em estado sólido. De acordo com pesquisas científicas, um ótimo fertilizante.

"Esse carvão, chamado de terra preta, é muito rico em nutrientes", explica Tom Price, um dos coordenadores do projeto. "Continuamos obtendo energia, mas ela é limpa e renovável, ajudando a melhorar as condições climáticas", completou.

Apesar de ainda ser um experimento complicado, os inventores prometem que em breve vai ser tudo muito mais compacto e fácil de usar.



Lixo transformado em energia elétrica

Quando as luzes se acendem, no fim da tarde, os moradores de Fairfax, no estado americano da Virginia, estão, de certa forma, contribuindo com a limpeza das ruas. Em Fairfax não existe lixão nem aterro sanitário. Mas tem fila de caminhões. O lixo de um milhão de pessoas vai todo para uma usina.

Cerca de 15 mil toneladas de lixo são jogados na esteira e abastecem os incineradores. Restos de comida, eletrônicos, plástico, tudo que não presta queima a mais de 1000ºC. O fogo aquece as caldeiras, que geram vapor e movimentam as turbinas.

A energia é suficiente para abastecer 80 mil casas, 20% da população. Energia limpa, porque os gases tóxicos que sobram depois da queima do lixo são filtrados, e só uma quantidade mínima sai pela chaminé.

De acordo com os técnicos, 10% do lixo que entra na usina saem em forma de cinzas e vão para um aterro. Ainda assim, o diretor de sustentabilidade, Paul Gilman, diz que a usina de lixo polui muito menos que as termoelétricas que usam gás ou carvão.

"No futuro reciclaremos muito mais", ele disse. "E se aproveitarmos tudo que sobra, quatro ou cinco por cento da energia do país poderão ser produzidos a partir de lixo", finalizou.

A meta do governo para 2030 é que esta seja a fonte de 20% do combustível dos automóveis.

“De Volta para o Futuro” a saga do continua

O filme acabou, mas vez ou outra você encontra Dr. Brown e Marty McFly viajando por aí no Delorean…


O Futuro já existe ???


Nesses tempos de mudança de papa as profecias sobre o final dos tempos sempre vêm à nossa mente. Por volta de 1.140, o bispo irlandês Malaquias, canonizado pelo Papa Clemente II em 1.190, traçou uma espécie de “cronologia papal”, uma descrição de todos os papas que se sucederam desde aquela época.

egundo ele, após João Paulo II haveria somente mais dois papas: um provavelmente beneditino, e Pedro II, que provavelmente não seria italiano e cujo pontificado terminaria em 2.013, numa “suprema desolação do mundo”. Muitos videntes apontam que um papa de origem negra, com um pontificado curto, será um dos sinais do fim da Igreja. O sucessor de João Paulo II é um devoto de São Benedito, o santo negro, e tem uma idade avançada, sendo, lógico, previsto um curto pontificado para ele.

Estamos vivenciando notícias de centenas de OVNIS avistados e filmados em grupos, como no México em abril de 2.005. Mago Ladino, no final do século XVII, deixou uma obra composta de 147 cantos proféticos que descrevem acontecimentos entre os anos de 1.750 e 3.000, época em que previu “o fim de todas as coisas”. Ele prevê uma mudança no eixo da Terra, a chegada de “homens-espuma”, seres astutos e inteligentes que “virão de mundos longínquos, mas sem deixar um amanhã” (provavelmente extraterrestres, víboras com nome de santo): “as suas línguas serão bifurcadas e no tempo trocará muitas mudas... filho do mal, língua maligna”. Fala também do fim da Igreja Católica quando “no lugar da cruz escura será levantada a meia-lua... enquanto sobre Roma cairão as bombas... e finalmente sobre a cidade do lírio espalhar-se-á uma grande fumaça”.

Nesse tempo, segundo os textos apócrifos dos Apocalipses de Pedro e Paulo, haverá muito fogo: “o mar se tornará fogo. Sob o céu haverá um fogo cruel que não se apagará...” (Apocalipse de Pedro), “vi uma grande nuvem de fogo que se estendia sobre o mundo todo” (Apocalipse de Paulo), provavelmente uma guerra de dimensões jamais vistas, após o que virá um período de mil anos de paz com a presença de Cristo (Apocalipse de João 20:1-6). Profecia semelhante está na carta à Henrique II, da França, enviada por Nostradamus: “começará então entre Deus e os homens uma paz universal que durará cerca de mil anos”.

Em 1.582, seguindo o conselho de diversos astrônomos da época, o Papa Gregório XIII corrigiu a diferença existente entre o ciclo solar e o calendário vigente. Determinou, entre outras coisas, que depois de 4 de outubro de 1.582 seria 15 de outubro de 1.582 e colocou um dia a mais em fevereiro nos anos divisíveis por quatro. Dessa forma, a conhecida Centúria X-72 de Nostradamus, que falava literalmente no sétimo mês do ano 1.999 como a data da chegada do “grande rei do terror” e que foi escrita antes dessa reforma (por volta de 1.540), segundo alguns, na verdade refere-se ao ano de 2.011. Segundo essa mesma Centúria, nessa época haverá uma guerra que durará 27 anos (Centúria VIII-77) – até 2.038: “sangue de corpos humanos, chuva vermelha cobrindo a terra”. Nostradamus prevê também que o céu queimará e um fogo se aproximará de uma grande “cidade nova” e num instante a grande chama se espalhará (Centúria VI-97). Fala também do colapso do sistema financeiro, dívida pública e destruição de papéis e moedas (Centúria VIII-28).



Jeane Dixon, uma das videntes mais conhecidas dos Estados Unidos, profetizou: “ocorrerá algo que abalará literalmente a Terra... um fenômeno natural que, creio, será a intervenção divina, algo como um meteoro. Acontecerá numa questão de minutos e envolverá o deslocamento das águas. ... A Terra tremia sob meus pés. Depois, foi como se o mundo deixasse de girar em redor de seu eixo. Vi que, neste século, haverá muitas mudanças geológicas e geográficas, bem como inúmeros terremotos. ... Onde agora existe água, haverá terra, e onde agora há terra, haverá águas revoltas e violentas, que correrão e destruirão tudo que encontrarem à sua passagem. ... Não tenhais a ilusão de alcançar a paz antes de 1.999... Depois haverá ainda um período de incerteza. O homem será sobre a Terra como o viajante em um país desconhecido. Haverá tempos novos, sobre os quais triunfará o espírito, depois de 2.040”.

As conhecidas profecias de Merlim, editadas em Veneza em 1.279, falam também de uma provável inversão do eixo da Terra, de fogo em toda a Terra e de um papa negro. Depois do terremoto e do tsunami que ocorreram no sudeste da Ásia em dezembro de 2.004, foi divulgado pelos cientistas que o eixo da Terra alterou-se em alguns segundos de grau. A constatação veio dos pesquisadores do Centro de Geodésia Espacial da Agência Espacial Italiana, respaldados nos dados mundiais telemétricos enviados por laser aos satélites. Os cientistas calculam que a alteração foi de cerca de dois milésimos de segundo, o que corresponde a cinco ou seus centímetros em linha reta. Além disso, “quando uma grande placa tectônica sob o Oceano Índico foi forçada para baixo de outra, fez com que a Terra, mais compacta, girasse mais rápido", disse Richard Gross, geofísico do Laboratório de Jato-Propulsão da Nasa, na Califórnia. Então há a possibilidade de que cataclismos naturais, ou mesmo guerras que causem alterações geológicas, alterem mesmo o eixo da Terra e influenciem na duração do dia terrestre.

Era julho de 2.001, quando veio um alerta de cientistas ingleses e norte-americanos: o vulcão Cumbre Vieja, inativo há 34 anos na ilha La Palma, no arquipélago das Canárias, território espanhol na África, dava sinais de vida. Não há como prever quando ele vai entrar em erupção, mas uma coisa os cientistas sabem: o deslizamento de magma sobre o mar vai provocar ondas gigantescas que podem chegar a 40 metros de altura, o que equivale a um prédio entre seis e dez andares. Segundo David Zee, oceanógrafo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a onda assassina pode arrasar cidades litorâneas em três continentes (litoral da Europa e da África, Flórida, Canadá e norte do Brasil): “Em nosso país, as ondas podem chegar em oito horas ao litoral norte, que fica a 4.500 quilômetros de distância das ilhas Canárias”.

João Belchior Bosco nasceu em Becchi, norte da Itália, em 1.815. Ainda criança teve seus primeiros sonhos proféticos. Em 1.841 é ordenado sacerdote, tendo sido ele o fundador da Ordem dos Salesianos, em 1.859, e da Congregação das Filhas de Maria Auxiliadora, em 1.872. Em 1.934 é canonizado pelo Papa Pio XI como “santo universal dos tempos modernos”. Faleceu em Turim, a 31 de janeiro de 1.888, aos 72 anos de idade, deixando várias instituições de caridade.

Vários foram os sonhos proféticos de Dom Bosco, que se cumpriam sempre. Uma de suas profecias é a dos plenilúnios. Diz a profecia: “...as potências do século vomitarão fogo e gostariam que as palavras fossem sufocadas na garganta dos guardiães da minha lei. Ocorrerá ainda um furacão violento. Consumada a iniquidade, o pecado terá fim e antes que se passem dois plenilúnios no mês das flores, a íris da paz aparecerá sobre a Terra. O Grande Ministro verá a esposa de seu rei vestida para festa. Em todo o mundo aparecerá um sol tão luminoso como não o foi jamais, desde as chamas da última Ceia até hoje, nem jamais será visto até o último dos dias. Quatrocentos dias após o mês das flores que terá duas luas cheias, a revolução será proclamada na Itália. Duzentos dias depois, o Papa será obrigado a deixar Roma e andará errante durante cem dias, depois do que regressará à sua capital e cantará em São Pedro o Te Deum de Salvação”.

No século XXI (até 2.040), as datas em que haverão duas luas cheias no mês das flores (a estação da primavera – 23/09 a 21/12) são: 01 e 30 de novembro de 2.001, 01 e 30 de junho de 2.007, 02 e 31 de dezembro de 2.009, 01 e 30 de setembro de 2.012, 01 e 31 de outubro de 2.020, 02 e 31 de dezembro de 2.028, 01 e 30 de setembro de 2.031 e 02 e 31 de outubro de 2.039. Temos os anos de 2,009 e 2.012 como prováveis datas para essa profecia de Dom Bosco. Como o retorno do papa se dará 700 dias (dois anos) após essa data, talvez seja mais sensato considerar 2.009 como a data mais provável para o fim da “iniqüidade”. Vimos que Nostradamus previra o fim da guerra para 2.038.

Entre os séculos II e IX do nosso calendário, existiram os maias, um povo que floresceu na península de Yucatan (atual México), Guatemala e no norte de Honduras, astrônomos incríveis que possuíam uma sofisticada escrita hieroglífica . Por motivos desconhecidos até hoje, esse império começou a declinar populacionalmente por volta do ano 900 d.C., abandonando seus centros urbanos, e passando a viver em simples aldeias dentro da mata.

Os documentos decifrados da antiga civilização Maia, mostram que eles conheciam um sistema de numeração de base de 20 e representavam seus números por um meio de pontas de barras: o ponto representava uma unidade e a barra um conjunto de 5 pontos. Cada número menor do que vinte tinha sua própria figura, em geral semelhante às cabeças humanas. Materializavam esse sistema numérico decimal no “quipu", uma série de cordões coloridos com nós, até hoje encontrados nas feiras e lojas do México, Perú, Guatemala e outros. No “quipu” indicavam por meio de pequenos nós, segundo seu tipo e posição, as dezenas, centenas e milhares ou outros algarismos, e inventaram também o conceito de abstração matemática, o valor zero, fazendo-o intervir nos seus cálculos.

O desenvolvimento da aritmética pelos maias permitiu-lhes executar cálculos astronômicos de uma exatidão admirável. Conheciam e calculavam o movimento do Sol, da Lua, de Vênus e de outros planetas como Urano e Netuno. Tal adiantamento lhes valeu o título de “gregos da América” e de “Mestres do Tempo”. Este sistema de numeração de base de vinte foi adotada no Tzolkin, o Calendário dos Maias.
Nesse calendário perpétuo, mais perfeito que o calendário gregoriano, há cálculos para mais de 400 milhões de anos. Para os maias, um dia de 24 horas era “kin” (kin também significava o Sol). A partir do “kin” (unidade de tempo), elaboravam o seu calendário perfeito de 260 dias que se inter-relaciona com o nosso calendário solar (de 365 dias) a cada 52 anos. Um ciclo de 20 anos é um katum, e 260 katuns equivalem a 5.125 anos no calendário gregoriano (5.200 anos no calendário maia), que os maias subdividem em 13 sub-ciclos chamados de baktuns.

Segundo eles, na Terra existem ciclos repetidos de criação e destruição que dependem de ciclos semelhantes do Sol, e que se repetiriam a cada 5.256 anos maia (1.366.560 kin). Sabe-se hoje que o Sol apresenta ciclos de maior e menor atividade, coincidindo, aquela, com o surgimento das conhecidas manchas solares que, atravessando a camada de ozônio, transformam o nitrogênio da atmosfera no elemento radioativo carbono-14. Cálculos astronômicos dizem que o ciclo das manchas solares é de 68.302 dias e que após 20 ciclos (1.366.040 dias) o campo magnético solar se inclina acarretando uma mudança semelhante no eixo magnético da Terra, podendo acarretar diversas conseqüências como atividades vulcânicas, terremotos e enchentes.

Atualmente estamos no décimo terceiro ciclo chamado de baktum 12. O atual ciclo de 5.125 anos também chamado de quinto Sol, teve seu início em 10 de agosto de 3.113 a.C., com o “nascimento” do planeta Vênus no horizonte, e findará em 22 de dezembro de 2.012, quando ele desaparecerá a oeste (mesmo momento em que as Plêiades surgirão no leste), acelerando-se praticamente em 31 de dezembro de 2.011. Cada era sempre terminaria com cataclismos, e assim, a segunda era teria findado com uma destruição pela água, a terceira pelo vento e a quarta pelo fogo. Na quinta era, a destruição seria pela fome, depois de um período de chuva de sangue e fogo. Após essa data fatídica, que fecha um ciclo de 5 katuns (25.625 anos gregorianos ou 26.000 anos maia – 1.300 katuns), iniciar-se-ia uma nova era durante um período de 102.500 anos gregorianos ou 104.000 anos maia (4 ciclos de 26.000 anos – 5.200 katuns): um ano Super Solar.

Em meados de 2003 recebi um e-mail que dizia o seguinte:

"Estas profecias foram recebidas por um grupo de estudos da Espanha, cujo conteúdo vem dos Maias, sobre o momento que passamos. Foram traduzidas do espanhol. A quem interessar, que faça bom uso, para se transformar internamente. A quem não interessar, que descarte, em silêncio meditativo e equilibrada atitude".



2002 - Ano de preparação. Ano de transição.

2003 - Aumenta a entrada de novas energias e o nº de pessoas que não a toleram. Muitas pessoas enfermas de doenças desconhecidas pela ciência. Aumenta a freqüência de emissão da luz do sol.

2004 - Produzem-se mudanças repentinas nas pessoas, quanto à maneira de pensar e de ver as coisas. Potencializa-se o positivo e o negativo. Tombam os alicerces da Igreja Católica. Morre o Papa João Paulo II.

2005 - Aparece no céu um novo planeta. Isto produz mudanças eletromagnéticas e gravitacionais na Terra. O sistema Bancário quebra-se. A humanidade começa a dar ao dinheiro outro sentido. Também aumenta a atividade do pólo negativo e se produz um grande caos em todos os níveis.

2006 - Existem dois tipos de humanidade bem diferenciadas. A Luz e a Escuridão em franca luta. O novo planeta se instala na órbita entre Marte e Júpiter. Grande Caos a nível mundial. QUEM NÃO TEM ONDE PLANTAR, NÃO COMERÁ. Valorizam-se mais outras coisas, como o companheirismo, a amizade, o amor, o desapego, a compaixão, o altruismo.Muitos movimentos sísmicos e vulcânicos. O eixo polar da terra muda de posição. O mar inunda as zonas costeiras. Produz-se um grande despertar da humanidade. Forças da Escuridão passam para a Luz. As catástrofes planetárias põem em harmonia as nações do mundo.

2007 - Desaparecem muitas fronteiras. Começa o sentimento de UNIDADE entre a HUMANIDADE. Os povos se ajudam entre si. Os irmãos Maiores vêm coabitar (viver) com a humanidade. Aparece a cultura oculta durante tantos anos. A humanidade colabora com os Irmãos Maiores. Formam-se comunidades harmônicas entre os seres humanos e de outros planetas.

2008 - Aqueles que conseguem tolerar a frequência da luz do sol e a vibração da Terra a 13 ciclos por segundo, permanecem; os que não, desencarnam. As Forças Involucionistas perdem a batalha, definitivamente. O novo planeta realiza os ajustes orbitais na Terra e muda a geografia tal como a conhecemos hoje. As Forças Involutivas que não desejam trabalhar com a Luz são transportadas para o novo planeta. É feita a limpeza total astral da Terra.

2009 - Ano da estabilização das mudanças. É necessário adaptar-se à nova vibração com uma alimentação sadia. Ativam-se e potencializam-se as percepções ultra-sensoriais. Começam a funcionar as espirais de DNA que estavam adormecidos no corpo humano. Os animais não são mais, definitivamente, alimentos para a humanidade.

2010 - Os reinos animal, vegetal e mineral se harmonizam, desaparecendo da Terra espécies que não são mais necessárias. Chegam mais Irmãos Maiores para conviver com a humanidade, e ensinam coisas que não conseguimos nem imaginar até agora.

2011 - A humanidade é agora UNA. Tem consciência das Civilizações Cósmicas que existem e se prepara para entrar na Confederação Intergaláctica como membro de pleno direito. Segue ampliando o trabalho de aprendizagem.

2012 - A humanidade é feliz. A humanidade é harmônica. A humanidade tem consciência de tudo que é. Inicia-se uma grande Festa Cósmica. A Terra nomeia seus representantes para a Confederação Intergaláctica, e exporta AMOR para todo o Cosmo. Inicia-se uma nova era e a Terra passa a ajudar na evolução de outras humanidades da terceira dimensão.

Bada Pic's II - HDR
















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A midia no Oriente Médio - Mitos & Fatos !


A atuação da mídia no Oriente Médio

Mito: Os jornalistas que fazem a cobertura do Oriente Médio são movidos pela busca da verdade.

Fato: Ninguém deveria se surpreender ao ser informado que os jornalistas no Oriente Médio compartilham do mesmo interesse por sensacionalismo que seus colegas que cobrem assuntos domésticos. Os exemplos mais destacados são os repórteres de TV, cuja ênfase no visual em lugar da substância encoraja um tratamento superficial dos assuntos. Por exemplo, quando o correspondente da NBC em Israel foi questionado por que os repórteres vinham para as manifestações dos palestinos na Margem Ocidental, que eles sabiam ser encenadas, sua resposta foi: "Nós entramos no jogo porque precisamos das fotos". Em países como a Síria, a Arábia Saudita, o Irã ou a Líbia, as redes de TV não têm liberdade para obter as imagens que lhes interessam [por isso as buscam em Israel].

Israel freqüentemente enfrenta a situação difícil de tentar contradizer imagens com palavras. "Quando um tanque entra em Ramallah, isso não é bonito na TV", explica Gideon Meir, do Ministério do Exterior de Israel. "Certamente podemos explicar porque estávamos lá, e é o que fazemos. Mas são só palavras. Contra fotos, temos de lutar com palavras".

A magnitude do problema que Israel enfrenta é clara, conforme foi ilustrado por Tami Allen-Frost, presidente da Associação da Imprensa Estrangeira e produtor da ITN britânica: "A cena mais forte que fica na mente é a de um tanque numa cidade", e: "ocorrem mais incidentes na Margem Ocidental do que atentados suicidas [em Israel]. No final, o que conta é a quantidade".

Mito: As autoridades árabes dizem aos jornalistas ocidentais as mesmas coisas que falam ao seu próprio povo.

Fato: Os líderes árabes constantemente expressam seus pontos de vista de forma diferente em inglês do que em árabe. Eles revelam seus verdadeiros sentimentos e posições aos seus constituintes em sua língua nativa. Para consumo externo, entretanto, eles aprenderam a falar em tom moderado. Geralmente eles apresentam pontos de vista muito diferentes quando falam em inglês para as audiências do Ocidente. Há muito tempo, os propagandistas árabes já se tornaram mais sofisticados na apresentação da sua causa. Eles agora aparecem rotineiramente nos noticiários da TV americana, são citados na mídia impressa e se apresentam como pessoas razoáveis com queixas legítimas. O que a maioria dessas mesmas pessoas diz em árabe, por outro lado, está freqüentemente muito longe do moderado e razoável. Como os israelenses podem traduzir facilmente o que é dito em árabe, eles estão bem informados sobre os pontos de vista dos seus inimigos. Os americanos, porém, bem como outros povos, podem ser facilmente persuadidos pela apresentação enganosa de um propagandista árabe.

Para dar apenas um exemplo, o negociador palestino Saeb Erekat é freqüentemente citado pela mídia ocidental. Depois do assassinato brutal de dois adolescentes israelenses em 9 de maio de 2001, os jornalistas pediram seus comentários. O "Washington Post" noticiou sua resposta:

Saeb Erekat, um funcionário palestino, disse em inglês numa conferência de imprensa: "Matar civis é um crime, quer seja cometido pelos palestinos ou pelos israelenses". Esse comentário não foi reproduzido em língua árabe na mídia palestina.

O aspecto incomum dessa história: o "Washington Post" revelou que o comentário de Erekat foi ignorado pela imprensa palestina.

Mito: Os jornalistas conhecem bem a história do Oriente Médio e, assim, sabem colocar os eventos atuais no contexto apropriado.

Fato: Uma causa das más interpretações sobre o Oriente Médio e da parcialidade da mídia nas reportagens é a ignorância dos jornalistas sobre a região. Quase não há repórteres que falam hebraico ou árabe, de modo que têm pouco ou quase nenhum acesso às principais fontes. Muitas vezes eles repetem histórias que leram nas publicações em inglês da região, ao invés de fazerem reportagens independentes. Quando tentam colocar os eventos no contexto histórico, eles freqüentemente entendem mal os fatos e criam uma impressão incorreta ou enganosa. Um exemplo: durante uma narração sobre a história dos lugares sagrados em Jerusalém, Garrick Utley, da CNN, disse que os judeus podiam orar junto ao Muro das Lamentações durante o governo jordaniano (de 1948 a 1967). Na verdade, os judeus eram impedidos de visitar seu lugar mais sagrado. Esse é um aspecto histórico essencial, que ajuda a explicar a posição de Israel com relação a Jerusalém.



Mito: Os israelenses não podem negar a veracidade das fotos que mostram seus abusos.

Fato: Uma foto pode valer mil palavras, mas muitas vezes as palavras usadas para descrever a foto são distorcidas e enganosas. Não há dúvida de que os fotógrafos e os câmeras de TV procuram as imagens mais dramáticas que possam encontrar, quase sempre apresentando os brutais "golias" israelenses maltratando os sofredores "davis" palestinos. Entretanto, falta normalmente o contexto.

Num exemplo clássico, a "Associated Press" distribuiu para o mundo inteiro uma imagem dramática. Ela foi publicada no "New York Times"[19] e causou revolta internacional porque a legenda, fornecida pela "Associated Press", dizia: "Um policial israelense e um palestino no Monte do Templo". Tirada na época da revolta palestina após a controvertida visita de Ariel Sharon à mesquita de Al-Aksa, a foto parecia ser um caso flagrante da brutalidade israelense. Entretanto, foi constatado que a legenda era incorreta e que a foto, na verdade, mostrava um incidente que deveria ter conduzido à impressão exatamente oposta, se tivesse sido noticiado corretamente.

Na realidade, a vítima não era um palestino agredido por um soldado israelense. A foto mostrava um policial israelense protegendo o estudante judeu-americano Tuvia Grossman, que estava num táxi que foi apedrejado por palestinos. Grossman foi puxado para fora do táxi, surrado e esfaqueado. Ele conseguiu se livrar e fugiu para perto do policial israelense. Nesse momento um fotógrafo fez a foto.

Além de identificar a vítima de forma errada, a "Associated Press" também informou incorretamente que a foto tinha sido tirada no Monte do Templo. Na verdade, o incidente aconteceu em outra parte de Jerusalém.

Quando a "Associated Press" foi alertada sobre os erros, ela fez uma série de correções, muitas das quais não esclareceram a história de forma completa. Como geralmente acontece quando a mídia comete erros, o dano já tinha sido feito. Muitos veículos que usaram a foto não publicaram posteriormente as devidas explicações. Outros fizeram correções que não tiveram nem de longe o destaque da história inicial.

Outro exemplo de como fotos podem ser tanto dramáticas quanto enganosas, foi uma imagem da "Reuters" mostrando um menino palestino sendo preso pela polícia israelense no dia 6 de abril de 2001. O menino estava obviamente atemorizado e "molhou" suas calças. Mais uma vez a foto atraiu a atenção do mundo inteiro e reforçou na mídia a imagem dos israelenses como ocupantes brutais que abusam de crianças inocentes.

Nesse caso, o contexto foi enganoso. Outro fotógrafo da "Reuters" tirou uma foto um pouco antes, mostrando o mesmo menino jogando pedras em soldados israelenses. Poucos veículos publicaram essa primeira foto.



Mito: A imprensa não justifica os atos terroristas.

Fato: Pelo contrário, a mídia rotineiramente aceita e repete as platitudes de terroristas e de seus porta-vozes com relação aos seus propósitos. A imprensa aceita ingenuamente as alegações de que os ataques contra civis inocentes são atos de "combatentes pela libertação". Em anos recentes, algumas empresas jornalísticas desenvolveram uma resistência contra o termo "terrorista" e substituiram-no por eufemismos como "militante", porque não querem ser vistas tomando partido ou julgando os responsáveis.

Por exemplo, depois que um homem-bomba palestino explodiu uma pizzaria no centro de Jerusalém em 9 de agosto de 2001, matando 15 pessoas, o atacante foi descrito como um "militante"... Em contraste, todos os meios de comunicação chamaram os ataques aos EUA em 11 de setembro de atentados terroristas.

Clifford May, da "Middle East Information Network", chamou a atenção para o absurdo da cobertura da mídia: "Nenhum jornal escreveria: ‘Militantes atingiram o World Trade Center...’, nem diria: ‘Eles devem considerar-se combatentes pela libertação, e quem somos nós para julgá-los? Nós somos jornalistas’."

A noção de que o "combatente pela liberdade" para uns é o "terrorista" para outros simplesmente não é verdadeira. É possível definir o terrorismo. Eis como o FBI define a palavra:

Terrorismo é o uso ilegal da força ou violência contra pessoas ou propriedades para intimidar ou coagir um governo, a população civil ou qualquer segmento dela, com propósitos políticos ou sociais.

Se a mídia julgasse os eventos usando essa simples definição, os jornalistas não teriam dificuldades em usar a palavra "terrorista".

Mito: A TV Al-Jazeera é a "CNN árabe", proporcionando ao mundo árabe uma fonte objetiva de notícias.

Fato: A Al-Jazeera é uma cadeia de televisão de língua árabe, fundada no Qatar, amplamente assistida em todo o mundo árabe. O canal começou em 1996 como um projeto de estimação do emir do Qatar, xeque Hamad bin-Khalifa al-Thani, e ganhou destaque durante a guerra no Afeganistão, por causa de seus antigos contatos com os dirigentes do Talibã e com Osama bin Laden. Divulgando uma variedade de pontos de vista, incluindo opiniões dos funcionários da administração Bush, a rede buscou criar a impressão de que é uma fonte de notícias objetiva para o mundo árabe. Na realidade, a Al-Jazeera tem ficado conhecida como canal de propaganda de visões extremistas no mundo árabe. Um intelectual muçulmano culpou a rede por incitar as massas árabes contra o Ocidente e por transformar bin Laden e seus asseclas em celebridades. "Há uma diferença entre dar oportunidade para que opiniões diferentes [sejam ouvidas] e colocar no ar assassinos armados para que divulguem suas idéias", disse o Dr. Abd Al-Hamid Al-Ansari, decano de Shar’ia e Direito na Universidade do Qatar.

Numa entrevista ao programa "60 Minutos", um correspondente da Al-Jazeera, ao se referir à cobertura de notícias do conflito, disse que os palestinos morrem como mártires. Quando Ed Bradley [o entrevistador] replicou que os israelenses os chamariam de terroristas, ele respondeu: "Esse é um problema dos israelenses. É um ponto de vista". Quando lhe perguntaram como eles descrevem os israelenses que são mortos por palestinos, a resposta foi: "Damos-lhes o nome certo: israelenses mortos por palestinos". Bradley disse ainda que a cobertura da intifada pela Al-Jazeera foi responsável por incitar manifestações pró-palestinas por todo o Oriente Médio.(extraído de www.us-israel.org/jsource/myths/ - http://www.Beth-Shalom.com.br



Cogumelos Chineses


Quem é cliente habitual dos restaurantes chineses, tem verificado a sua rápida expansão, e todos tivemos a experiência de ver, em filmes e séries estrangeiras, o hábito de consumo desta alimentação em casa, no escritório, ou noutros locais. Temos, agora, a oportunidade de comprovar o potencial deste negócio, o qual prolifera vertiginosamente como a comida italiana.

Mas se é fácil descobrirmos o que compõe a pizza ou os cannelones, a composição de um prato chinês torna-se uma tarefa detectivesca.

O que a maior parte das pessoas desconhece é que muitos dos produtos empregues na sua confecção são importados, desnecessariamente, e que temos todas as vantagens para tal.

Um dos produtos empregues são os cogumelos chineses (Shiitake, Reishi, Agaricus ou Maitake, para os amigos). Chegam aos restaurantes no formato liofilizado, para serem aplicados na gastronomia, provenientes dos EUA ou da China (só Qingyuan exporta, anualmente, cerca de 10.000 toneladas de cogumelos secos, formando um oitavo das exportações mundiais por ano).



Embora seja necessária formação nos processos de cultivo destes fungos, pois as técnicas são únicas e inerentes à produção, as tecnologias necessárias avançaram ao ponto de se controlar perfeitamente a humidade necessária ao seu desenvolvimento e as misturas mantidas no ponto certo. É possível importar as máquinas especialmente concebidas para a produção destes cogumelos, as quais incluem cortadoras de cogumelos multifuncionais, cabinas de secagem controladas por computador, e misturadoras do substrato especial para esta cultura.

Trata-se de um investimento de características inovadoras e altamente rentável, pois além de serem empregues na confecção de alimentos, também se produz vinho destes, assim como diversas bebidas.



Mas nem só de restaurantes vive a produção destes cogumelos. Estes são largamente utilizados em ervanárias, entrando na composição de muitos produtos, inclusive alguns que são empregues em tratamentos anti-cancer e anti-inflamatórios, tendo como características, a nível de ervanária, a redução do nível de colesterol, a reversão da supressão das células-T, causada pelo aparecimento dos tumores, dos cancros, leucemias e doença de Hodgkin, combate infecções como a gripe, a fadiga, actua nas úlceras do estômago e do duodeno, neuralgias, gota, constipações e hemorróidas, é eficaz no tratamento do lumbago, lesões musculares e dos tendões, e contém 8 tipos de aminoácidos, vitaminas B, B1, B2 e ferro, em grande dose, combatendo as anemias.
Podem ser fornecidos frescos ou secos, inteiros, em pedaços, ou em pó, e até mesmo já preparados, em saquetas para chás.



Se repararmos em todos estes formatos de apresentação de um único produto vemos o potencial a nível de produção agrícola e de indústria, uma vez que temos o cultivo, a preparação do produto, a embalagem e a venda, obtendo um mercado cujo escoamento é multifacetado, abrindo portas a Portugal como país produtor, sendo o próprio mercado interno o consumidor ideal, podendo considerar-se a expansão para outros locais.


Espirulina - O alimento mágico da Natureza


Há 3,6 biliões de anos que existe no nosso planeta uma alga, de cor azul-esverdeada, cujo nome, espirulina, advém do formato em espiral ao ser observada ao microscópio.

A sua composição contém todos os aminoácidos essenciais, sendo rica em clorofila, beta-caroteno, e em GLA (ácidos gordos essenciais), os quais estimulam o crescimento dos seres vivos, mantendo a pele e o cabelo em óptimas condições.
Mas o seu interesse provém, essencialmente, da sua actuação como anti-inflamatório!

Aturados estudos foram efectuados sobre a espirulina, revelando algo surpreendente: o consumo desta pequena alga desenvolvia uma actividade anti-viral no organismo, humano e animal.
Como? Ao atacar uma célula, o vírus dirige-se primeiro à membrana; com a aplicação desta, o vírus não consegue penetrar a membrana para infectar a célula, sendo impossível a sua reprodução, desaparecendo mediante a actuação das defesas naturais do organismo.

Tal efeito está a levar laboratórios a empregar a espirulina nos tratamentos de SIDA e cancro, acelerando a produção de anti-corpos no organismo e funcionando como um alimento extremamente rico em Lactobaccillus e bifidus.



Os sintomas provenientes da anemia, envenenamentos e imunodeficiencias podem ser aliviados, reduzindo ou prevenindo o aparecimento de cancros e doenças virais.

Aliás, em 1993, um relatório comprovou os efeitos benéficos desta alga na redução daqueles causados pela radioactividade no tratamento do cancro.

Pessoas com algum tipo de deficiência, como os acima citados, na faixa etária dos 50 anos, ou grávidas, beneficiarão muito se consumirem diariamente espirulina.

Devido aos seus fitonutrientes, actua como anti-envelhecimento, ajudando a equilibrar a dieta e fortalecendo as nossas defesas, reduzindo o processo de envelhecimento, a nível das células. Nas mulheres grávidas é extremamente necessário um suplemento de cálcio, e outros minerais e vitaminas, devido ao desvio destes para o bebé que está a gerar.



A espirulina é 58 vezes mais rica em ferro que o espinafre e 28 vezes mais rica que o fígado, contendo 8 aminoácidos essenciais, 10 não-essenciais e vitamina B1, B2, B3, B6, B12 e ácido fólico.
Nos animais, estudos comprovaram a sua eficácia no tratamento da infertilidade, mesmo em espécimes considerados difíceis.

Adquirir este produto, actualmente, é fácil, pois quase todas as ervanárias já o têm à venda, em forma de comprimidos, com valores que oscilam entre os 2.000 e os 4.000. Também começam a aparecer nas lojas de animais, produtos com espirulina, para peixes, mamíferos e aves.

Perigos dos metais pesados


O perigo está no solo, na água e no ar.

Quando absorvidos pelo ser humano, os metais pesados (elementos de elevado peso molecular) depositam-se no tecido ósseo e gorduroso e deslocam minerais nobres dos ossos e músculos para a circulação. Esse processo provoca doenças.

A ingestão de animais significa um risco acrescido de contaminação, visto que a probabilidade destes terem acumulado produtos nocivos ao longo da sua vida é bem maior do que a de encontrar produtos vegetais nas mesmas condições.O consumo habitual de água e alimentos - como peixes de água doce ou do mar - contaminados com metais pesados coloca em risco a saúde. As populações que moram nas imediações fábricas de baterias artesanais, indústrias de cloro-soda que utilizam mercúrio, indústrias navais, siderúrgicas e metalúrgicas, correm maior risco de contaminação.



Os metais pesados são muito usados na indústria e estão em vários produtos. A tabela abaixo apresenta os principais metais usados, suas
fontes e riscos à saúde.

Metais - procedência e efeitos colaterais :

Alumínio
Produção de artefatos de alumínio; serralheria; soldagem de medicamentos (antiácidos) e tratamento convencional de água.
Anemia por deficiência de ferro; intoxicação crônica

Arsénio
Metalurgia; manufactura de vidros e fundição.
Câncer (seios paranasais)

Cádmio
Soldas; tabaco; baterias e pilhas.
Câncer de pulmões e próstata; lesão nos rins

Chumbo
Fabricação e reciclagem de baterias de automóveis;
indústria de tintas; pintura em cerâmica; soldagem.
Saturnismo (cólicas abdominais, tremores, fraqueza muscular, lesão renal e cerebral)

Cobalto
Preparo de ferramentas de corte e furação.
Fibrose pulmonar (endurecimento do pulmão), que pode levar à morte

Crómio
Indústrias de corantes, esmaltes, tintas, ligas com aço e níquel; cromagem de metais.
Asma (bronquite); câncer

Fósforo amarelo Veneno para baratas; rodenticidas (tipo de insecticida usado na lavoura) e fogos de artifício.
Náuseas; gastrite; odor de alho; fezes e vômitos fosforescentes; dor muscular; torpor; choque; coma e até morte

Mercúrio
Moldes industriais; certas indústrias de cloro-soda; garimpo de ouro; lâmpadas fluorescentes.
Intoxicação do sistema nervoso central

Níquel
Baterias; aramados; fundição e niquelagem de metais; refinarias.
Câncer de pulmão e seios paranasais

Fumos metálicos Vapores (de cobre, cádmio, ferro, manganês, níquel e zinco) da soldagem industrial ou da galvanização de metais.
Febre dos fumos metálicos (febre, tosse, cansaço e dores musculares) - parecido com pneumonia